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Desde os tempos mais memoráveis, existe um mundo paralelo e oculto aos olhos dos "trouxas". Um lugar onde as leis da lógica e da física perdem todo o seu sentido, um lugar onde a magia é parte da vida cotidiana. Uma grande sociedade de magos e bruxos lutam uns contra os outros a fim evitarem que esse mundo seja descoberto, entre em colapso ou tenha sua ordem alterada por aqueles que não possuem ou desconhecem como manejar tal magia. Seja bem-vindo a este mundo mágico ambientado no ano de 2050. Você se atreve a escrever sua própria história nesse mundo ardilosamente fantástico?
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 Cabeça de Javali

Time of Impervius
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MensagemAssunto: Cabeça de Javali   Sab Dez 21, 2013 11:36 pm
Hogsmeade, Cabeça de Javali
Caminhando pela famosa Hogsmeade, é possível se encontrar vários lugares alegres e com muitas coisas interessantes. Mas ao tomar um certo caminho, fora do principal, que leva até a periferia da vila, é possível se encontrar o famoso, e nem por isso bem visto, Cabeça de Javali. Em uma ladeira lateral à rua principal, em seu topo, é possível ver uma pequena estalagem. Um letreiro velho de madeira desgastado pelo tempo pende sobre a porta. Um suporte de ferro enferrujado carrega a imagem de um cabeça de javali decepada que pinga sangue em uma toalha branca, daí o famoso nome ao bar. O lugar um tanto sinistro é realçado pelo ranger da placa ao vento. Ao entrar pode-se reparar que o recinto se resume em uma saleta suja e mal mobiliada com um cheiro muito forte de algo, que poderiam ser cabras. A iluminação é bastante precária, pois as janelas sujas impedem a penetração de raios solares no lugar, logo, as luzes vem de velas postas sobre as mesas de madeira tosca. Ao caminhar pelo bar, nota-se um chão de pedras, com uma camada de sujeira tão espessa, que dá a impressão de que este é de terra batida, ou barro. O lugar é constantemente visitado por pessoas de caráter duvidoso, tanto que é comum ver indivíduos encapuzados, tentando ocultar a face. O dono era antigamente um homem rabugento e velho. Alto, magro com cabelos e barbas grisalhas. Não gosta de tumultos em seu bar, e não faz perguntas. Apenas serve e recebe o pagamento pelos seus serviços, e acreditava-se que seu nome fosse Aberforth Dumbledore. Com o passar dos anos, nunca fora sabido para quem o senhor passara a escritura do local

Este local já fora palco de muitos fatos importantes envolvendo Harry Potter. Como a vez em que Rúbeo Hagrid conseguira um ovo de Dragão Norueguês jogando cartas com um estranho encapuzado, ou também quando foi feita a primeira reunião da Armada de Dumbledore, além de ser o lugar aonde foi proferida a Profecia que falava dos futuros acontecimentos entre Harry e Voldemort, pela professora Sibila Trelawney em uma entrevista de emprego com Dumbledore.

Assim é o Cabeça de Javali. Um lugar nada atraente para bruxos menores, mas sua entrada não é restrita. Todos podem visitar, mas lembre-se: Lá tudo é suspeito e cada palavra deve ser bem avaliada antes de pronunciada.

"É recomendável que todos levem suas próprias canecas e copos."

Mark Henrick Ford
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MensagemAssunto: Re: Cabeça de Javali   Qui Jan 09, 2014 6:20 pm
Brand new day

Desaparatei.
Olhei para os lados. Eu me encontrava em Hogsmeade e pensei nisso comigo mesmo aliviado, pois ocasionalmente eu cometia desastres na aparatação. Algo que era simples para 80% da comunidade bruxa poderia ser um grande desafio pra mim, daqueles que você prende a respiração e sua frio.
Cada qual com a sua frustração. Uma das minhas era essa.
Eu queria tomar um drinque antes de chegar a Hogwarts, não estava a fim de ficar de pernas pro ar no castelo. Aliás, se eu chegasse cedo como estava chegando, a diretora me chamaria para ajudar na decoração da cerimônia ou algo do gênero. Gosto de ajudar, tenho orgulho do meu emprego, mas me conforta mais tomar um drinque.
Eu e o corpo docente já havíamos nos reunido semana passada no castelo para decidir pormenores do ano letivo. Por esta razão, minhas malas com as minhas coisas já estavam no meu dormitório. Passei a última semana na minha casa de férias, em Le Havre, França. Le Havre é o paraíso pra mim, antes de decidir morar na cidade eu já a conhecia: Deus abençõe o Google Street View.
Caminhei por Hogsmeade reconhecendo o bar Três Vassouras, a Dedos de mel... Não estava indo a nenhum desses lugares, embora ótimos. Eu estava indo para um lugar improvável: Cabeça de Javali.
O bar nem é tão ruim, na verdade, sempre achei graça da imagem de uma cabeça de javali decepada pingando sangre em uma toalha branca. O que de fato não posso negar é que você deveria trazer o próprio copo, ou conjura-lo como acabei de fazer.
Estava quente dentro do bar. Lá fora estava frio. Não era bem uma quentura aconchegante, estava mais para uma quentura abafada misturada a suor e, talvez, vapor.
- Uma garrafa de whisky, por favor - pedi ao meu amigo barman. Seus olhos miúdos me observaram por um instante, então ele me reconheceu e abriu um largo e raro sorriso:
- Mark.
Ele parecia contente em me ver, mesmo me cumprimentando de maneira sem graça. Ele anotou meu pedido e me cedeu a garrafa. Estava para ceder um copo também, mas mostrei a ele o meu e ele abriu um sorriso ainda maior. Ok, não tínhamos toda essa intimidade. Aquilo foi medonho.
Escolhi uma mesa isolada isoladas das outras pessoas estranhas e perto de uma janela. O chão rangia quando eu pisava, fazendo com que os bruxos me observassem mal humorados. Sentei-me e me servi do primeiro copo de whisky.
Eu tinha um motivo particular para gostar do Cabeça de Javali, claro. Ninguém gostava daquilo ali à toa. E o motivo logicamente estava bem longe de ser o barman, que embora fosse meu colega era um homem amargurado.
No Cabeça de Javali eu conheci uma mulher que nunca soube o nome. Eu lembrava da pele bronzeada dela e dos seus olhos cor de mel. Apenas. Nos conhecemos nesse bar, eu devia ter 31 anos, ou seja, há seis anos. Eu passava por um momento difícil, um processo de divórcio, recém-chegado em Hogwarts. Estava meio que me refugiando no Cabeça de Javali, um lugar que eu achava deplorável. Então a mulher simplesmente perguntou se podia se sentar ao meu lado, começamos a conversar, começamos a rir sobre as coisas mais bobas e eu me lembrei  das pequenas coisas. Não trocamos telefone, não trocamos e-mails, nada disso, ela simplesmente foi embora após achar que tinha bebido demais, mas disse que voltaria. Eu não sabia nem o nome dela, mas se pudesse nomeá-la, a chamaria de esperança.
Claro que eu sabia que ela não ia voltar, que seis anos depois a probabilidade de nos encontrarmos era nula. Porém, o Cabeça de Javali me trazia inspiração desde então. Dos lugares mais inesperados, vêm sempre as melhores coisas.
Enquanto pensava nisso tudo, já tinha virado mais cinco copos de whisky. Sem problemas, eu não fico bêbado fácil, mas sabia que era hora de parar. Paguei ao barman cinco galeões e saí do Cabeça de Javali, rumo a, dessa vez sim, Hogwarts.

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