¡BEM VINDO!

Leia as normas de postagem e regras gerais do RPG.
Estamos na primavera (semana do dia 01 de Setembro de 2050).
Os avatares são de tamanho 200x320 e as assinaturas em até 500x300.
Os posts devem conter o mínimo de 8 (oito) linhas para não serem considerados flood.
Para copiar e colar seus textos do Word usem CTRL + SHIFT + V, assim se copiará em tal formato.
A primeira edição do profeta ainda está por vir, fiquem atentos!
Os mestrados serão feitos aos Sábados às 20:00hrs [BR].
As aulas terão início dia 20 de Janeiro.
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Desde os tempos mais memoráveis, existe um mundo paralelo e oculto aos olhos dos "trouxas". Um lugar onde as leis da lógica e da física perdem todo o seu sentido, um lugar onde a magia é parte da vida cotidiana. Uma grande sociedade de magos e bruxos lutam uns contra os outros a fim evitarem que esse mundo seja descoberto, entre em colapso ou tenha sua ordem alterada por aqueles que não possuem ou desconhecem como manejar tal magia. Seja bem-vindo a este mundo mágico ambientado no ano de 2050. Você se atreve a escrever sua própria história nesse mundo ardilosamente fantástico?
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Àqueles que quiserem participar do mestrado prolongado, o mesmo encontra-se disponível neste tópico.

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 Ruas da Aldeia

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Time of Impervius
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MensagemAssunto: Ruas da Aldeia   Qui Jan 02, 2014 8:56 am
Ruas, Godric's Hollow
Cortando a rua principal e oferecendo caminho para os demais locais da aldeia, encontra-se o que é conhecido como as ruas das flores. Em tempos antigos cada rua era denominada por si só, mas atualmente a aldeia não abriga tantas famílias e as que ali existem conhecem cada caminho do local. São ruas muito bem estruturadas, com várias árvores, flores, bancos e postes de luz, muitos passam por ali, mas poucos sabem que a qualquer piscar de olhos, tudo pode mudar.

Time of Impervius
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 5:00 pm
Mestrado
Olá, Convidado.

Seja bem-vindo ao primeiro mestrado do RPG Impervius. Nele você agirá como um cannon. Como assim? O narrador postará suas ações e você deverá segui-las completando-as. Caso utilize algum feitiço de ataque ou defesa, um dado será rolado para que ele seja válido ou não, por isso, caso o use algum destes feitiços, coloque ao final do post um número de 1-10 e veremos se o mesmo fora válido.

Esperamos que todos se divirtam.

Com carinho,
A Administração

xxx

O céu está estrelado. Você recebeu uma coruja necessitando de sua pessoa imediatamente em Godric's Hollow. Sem saber para o que era, você foi, mesmo temendo o que poderia lhe encontrar, para o lugar. Apenas alguns postes de luz estão acesos. As flores enfeitam a grama a sua volta e você caminha pelo lugar. Onde está a pessoa que assinou sua carta? Onde está? Você procura-a por todos os lados e repara que não está sozinho, começa a explorar o lugar, procurando de onde veio o barulho. O que seria? As maioria das casas estão abandonadas, porém, você consegue enxergar uma ao longe com duas pessoas batendo a porta e uma luz acesa na janela. Seria seguro?

xxx

  • Vocês tem 40 minutos para postar.
  • Caso menos de três players postem, o mestrado será cancelado.
  • Sigam as descrições e interações colocadas lembrando que: SÃO DUAS PESSOAS BATENDO A PORTA, NÃO MILHARES.

Jessaminne Albach Weiss
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 5:23 pm

Jessaminne não conseguia entender que carta era aquela que segurava em suas mãos. Alguém precisava dela com urgência no povoado de Godric's Hollow, isso podia entender bem. O que não entendia era o motivo de tanta urgência e aquela assinatura, que era completamente desconhecida para ela. Sempre ficava nervosa com situações que não podia controlar. E não se lembrava de ninguém com problemas, ninguém que conhecesse. Seguiu para o povoado, então, temendo que algo horrível tivesse acontecido com alguém, ou mesmo temendo que tivesse feito algo de errado e precisasse resolver naquele instante mesmo. Jess respirou fundo e começou a andar.

O céu estava bonito, estrelado. Ela sempre gostou de como as estrelas iluminavam fracamente a noite. Alguns postes de luz iluminavam o caminho da moça enquanto ela caminhava, com os braços cruzados e os olhos atentos, procurando a pessoa que a chamara. Quem diabos seria? Minne trabalhava a mente para tentar se lembrar de algo que ocorrera, envolvendo-na, mas sua cabeça era um mar de confusão. Realmente, não sabia. Pensando, a menina caminhava tomando cuidado para não pisar nas flores delicadas na grama, coisa que se sentiria mal se machucasse. Eram tão bonitas. Com o passar do tempo, avistou algumas luzes, luzes que pareciam provir de uma janela. Ela franziu o cenho e resolveu verificar o que era.

Já não tinha ideia do que seria, então simplesmente caminhou até o local. Quando chegou perto, pôde avistar duas figuras humanas batendo à porta. Um aperto na garganta lhe dizia para sair dali, mas a curiosidade era bem maior. Jess, então, tomou um susto quando percebeu que não estava sozinha. Além dela e das pessoas na porta da casa, haviam mais algumas pessoas atrás de si, caminhando como ela. Tocou a mão na varinha, com um certo medo de quem eram, mas seus olhos a alertaram de que ninguém ali parecia potencialmente perigoso. Muito pelo contrário, seus rostos denunciavam tanta confusão quanto o dela. Virou-se de novo para a casa e aguardou um pouco, encostada em uma árvore, esperando qualquer sinal de quem a havia chamado. Seriam eles? Ou a pessoa cuja casa habitava? Jess bufou, tentando encaixar as peças na maldita e misteriosa carta. Olhou para os lados, para ver o que as outras pessoas dali fariam, e então avistou um rosto conhecido. - Pierre! - chamou baixinho, acenando para o amigo. Agora precisava saber o que ele também estaria fazendo ali. Mistério era uma coisa que Jessaminne gostava de ser, e não resolver.- Tem ideia do que está acontecendo? - diz, quando o amigo se aproxima, voltando a olhar para a casa, agora bem mais perto.




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Mordred M. Montgomery
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 5:35 pm

ash tree lane
A bola de tênis quica no teto e retorna à minha mão. Jogo-a de novo, e ela novamente quica e retorna.

Estou fazendo isso há quase uma hora, enquanto uma música suave preenche o ar do meu quarto. Meu iPod não funciona em Hogwarts devido à interferência mágica, mas depois de algumas tentativas consegui fazer as músicas tocarem no ar. O som não sai do iPod, nem de nenhuma fonte específica. Está simplesmente ali, reverberando pelo ar.

Minha concentração é quebrada com um som estranho. Ergo a cabeça do travesseiro e vejo uma coruja de penas castanhas pousada no parapeito da janela. O som é causado pelo seu bico arranhando o vidro. Ela traz um pequeno envelope amarrado em sua perna.

Rapidamente salto da cama e abro a janela. Espero pela ave entrar, mas ela apenas me encara, aguardando. Dou de ombros e desamarro a carta de sua perna, perguntando-me quem seria o remetente.

Assim que consigo pegar o envelope, a coruja se vai, sumindo na noite. Fecho a janela novamente, bloqueando o ar frio, e sento-me na cama, abrindo a correspondência.

A caligrafia está torta, como se a carta tivesse sido escrita às pressas. Ela convoca minha presença imediata em Godric’s Hollow.

Franzo a testa. Godric’s Hollow? Quase ninguém mora lá ainda. É uma vila abandonada. Dou de ombros. Pode ser uma armadilha, mas armada por quem? Quem gostaria de me atacar, capturar ou matar? Eu não sou exatamente uma pessoa que faz inimigos.

Subitamente decido ir. É isso ou continuar jogando uma bola de tênis no teto.

Visto meu sobretudo por cima das roupas simples que uso e embolso a varinha e a carta. Rapidamente saio de meu quarto em direção a Hogsmeade para, de lá, aparatar para Godric’s Hollow.

--- x ---

Vagueio ao relento pelas ruas desertas e escuras da vila abandonada. O único sinal de vida são plantas e musgos que cresceram no chão e nas paredes das casas decrépitas. Não lembro o que aconteceu aqui, mas definitivamente é uma vila abandonada.

Não sei exatamente pelo quê procurar. A assinatura da carta não me indica ninguém conhecido. Quem, então, teria me convocado para esse lugar morto?

Subitamente, ouço um som, não muito distante. Parece passos, e vem de uma rua a dois quarteirões de onde estou.

Ando com passadas largas em direção à origem do som. Quando chego na esquina da rua, percebo que não sou o único buscando algo. Há outras pessoas espalhadas pela rua – reconheço alguns alunos de Hogwarts. O que eles estão fazendo aqui? Como conseguiram sair do castelo e chegar aqui?

Não importa. Uma casa com uma janela acesa parece ser a única habitada. Em frente a ela encontram-se duas pessoas, que batem na porta. Quem são elas? Será alguma delas o remetente da carta? Ou talvez o morador da casa?

tagged: - | word count: 470 | outfit: aqui | notes: post corrido, nem revisei g.g
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Última edição por Mordred M. Montgomery em Sex Jan 17, 2014 6:28 pm, editado 1 vez(es)
Jullie Reckziegel Ehlers
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 5:39 pm


GODRIC’S HOLLOW
Seus passos eram lentos, enquanto seu olhar estava atento, prestando atenção em todos os detalhes que a rodeavam. Em sua mente, uma série de dúvidas. O que estava fazendo ali? Quem tinha lhe chamado? Ou então, o que deveria encontrar? A verdade é que não tinha a resposta para nenhuma dessas perguntas, a única coisa que sabia é que tinha recebido uma carta, que dizia especificamente que deveria ir para Godric’s Hollow o mais rápido possível. Movida pelo seu anseio por aventuras, a loira logo juntou sua bolsa e partiu para o vilarejo.

Mais uma passada, e simultaneamente a esta, o poste que estava sobre sua cabeça se apagou, deixando que a escuridão se aproximasse da menina. Quase que involuntariamente, seus olhos se voltaram para cima, podendo notar que não era apenas aquele poste de luz que estava apagado, o que dava um ar sinistro para a rua. Não que Jullie tivesse incomodada com isso, afinal, apesar de sua aparência frágil, não costumava sentir medo assim tão facilmente.

Entalada em sua garganta, estava a vontade de chamar pela pessoa que havia a convocado, porém, não gostaria de atrapalhar os demais moradores da região, apesar de boa parte das casas estar com aspecto de abandonadas. Bem, mas algum motivo tinha de haver para ela estar ali naquele momento, então, com esse pensamento em mente, continuou sua caminhada ao longo da rua, procurando entre as sombras alguma silhueta que indicasse que não estava sozinha.

Em meio ao cenário, algo chamou sua atenção, uma casa com uma luz acesa, e não só isso, duas pessoas estavam na entrada da casa, batendo na porta, o que significava que ali provavelmente havia algum habitante. Ehlers vacilou por alguns instantes, se perguntando se realmente deveria atrapalhar os dois, mas tendo em vista que aquela parecia ser a primeira pista que tinha, então, quando percebeu, já estava se aproximando das pessoas com passos rápidos e uma série de perguntas na ponta da língua.

Seu olhar estava tão focado nas duas pessoas, que sequer percebeu que uma outra se aproximava de si, provavelmente igualmente distraída, de forma com que o encontro entre as duas foi inevitável. – Me desculpe. – A loira tratou de dizer imediatamente, voltando seu olhar para a mulher um pouco mais velha que estava ao seu lado.

1º mestrado

POST:001 • TAGS: Alexandra F. Kathullu• LISTENING: nothing • NOTES: post feito rapidamente, então não tinha como sair uma beleza -q
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Pierre von Fiermane
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 5:42 pm
- Você ainda tem aquela chave de portal para Godric's Hollow? - indago ao meu amigo que veio comigo para o passeio em Hogsmeade. Ele concorda com a cabeça enquanto releio a carta deixada por uma coruja em minhas mãos. Alguém precisa de mim num povoado bem distante, mais estranho com que isso é a minha súbita vontade em ir lá. O garoto me entrega a bota velha que estava guardada em minha mochila, depois de ativar o objeto, seguro-o com força enquanto uma distorção de cores me faz desaparecer dali.

[...]

Caminho pelo vilarejo tentando manter o foco do pedido da carta. Meus olhos estão focados num belo jardim em minha volta quando ouço uma voz feminina clamar pelo meu nome - Eu? - desvio o olhar e procuro por quem me chamou. Minne também está confusa - Não foi você que me chamou, né? - indago e volto analisar o lugar. Há duas pessoas batendo na porta de uma casa, parece idiota, mas quem sabe eles podem me ajudar? Faço sinal de vem para Minne e ando até as duas pessoas com a carta em mãos - Será que vocês conhecem alguém que possui uma letra igual essa? - só percebo o quão perigosa foi a minha atitude e o quão ridícula foi a pergunta quando termino de falar.


obs:
 

Alexandra F. Kathullu
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 5:45 pm



Let me say
do not believe anything



Eu estava em casa naquela noite, o tédio já havia chegado, e de certa forma eu estava conformada com isso.
Antes que pudesse notar, uma coruja entrou pela janela e largou uma carta, saindo pela mesma janela.
Peguei a carta e li o que estava escrito. Minha presença ? Godric's Hollow ? mas o que diabos estava acontencedo.
Troquei de roupa, peguei minha varinha e aparatei para Godric's Hollow.
O lugar estava um pouco deserto, suas luzes fracas, davam um tom misterioso no local.
Andei por certo tempo, sozinha, até escutar um barulho, as casas abandonadas me deixavam desconfiada, sobre a motivação da pessoa que havia me mandado uma carta, mesmo assim, continuava andando em direção ao lugar mais escuro.
Passei por uma ou duas casas abandonadas e vi duas pessoas ao longe, batendo em uma porta.
Me apressei para falar com eles, e ver se sabiam de algo. O lugar estava tão escuro que acabei esbarrando em alguém: - Não se preocupe, também não te vi ai. -
A menina me encarava com seus olhos azuis, ou pelo menos eu achava que eram azuis, estava realmente difícil enxergar.
Virei para a menina e falei: - Se me dá licença, tenho algo para descobrir, se quiser, pode me acompanhar e me contar o motivo pelo qual está nesse lugar abandonado a essa hora da noite. - Comecei a andar em direção as pessoas que estavam próximo a casa.



Sean G. Bouveard
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 6:18 pm
The Desolation of Sean


the unexpected appears


Enrolou-se nos seus pensamentos. O que raio fazia Sean em Gordic's Hollow? Revirava os olhos enquanto sentia o seu coração a pulsar cada vez mais, com mais força. Sentia-se retraído a ir ao encontro da pessoa que lhe tinha pedido ajuda. Um grifino não abandonava assim um pedido. Depois de recuperar da Lua Cheia - à duas noites atrás -, Sean recebeu uma carta assinada, para um encontro e um pedido de ajuda. Tudo aquilo era muito estranho.
Ao chegar a Gordic's Hollow, não se sabe como, o grifino projetou-se num passo rápido ao local combinado. Não era só ele que tinha recebido. Outros também. Observavam-se uns aos outros, arqueando os sobreolhos e questionando-se o que eles estavam a fazer ali; assim como Sean. O rapaz atravessou a ruela; a maioria das casas estavam abandonadas, degradadas. Sean aglomerou-se com os outros, agarrando-se ao fundo dos bolsos do casaco. Ele tinha que esconder que estava nervoso.

- Hm, oi? O que fazem aqui? - Questionou, enquanto observava-os a todos. Sentia uma leve impressão que as coisas iriam piorar.

Post pequeno, tá né. :3

marauders
witchcraft world
gordic's hollow
night





 
 
 


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Flynn Akker Westenberg
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 6:25 pm

Mestrado em Godric's Hollow I

De alguma forma ao receber aquela carta enigmática, eu sabia que poderia ser algum sinal que as energias positivas estavam trabalhando ao meu favor. Não demorei muito em ir naquela mesma noite em direção à Godric's Hollow, que estava fria aquela noite. Caminhei por entre as ruas me encolhendo em meu moletom cinza estampado "é nóis que voa bruxão" e o desenho de um rapaz em sua vassoura. Estava tudo tão sinistro naquele bairro de bruxos, as casas aparentavam estar vazias, poucas luzes iluminavam meu caminho e um toc-toc inconstante ao longe soava.... "wait, quem está batendo na porta? Pode entrar!" dialoguei comigo mesmo em minha mente percebendo então, que haviam duas figuras curiosas ao longe, tentando entrar em uma casa.

— Ué, será uma festona? — murmurei ao vislumbrar alguns adolescentes que possuíam a minha idade mais ou menos. Todos pareciam ir na mesma direção a casa com a luz acesa. Era uma pena que não poderia executar um feitiço musical com minha varinha, aquele bairro parecia realmente necessitar de um sonzinho. Abri novamente a carta antes de me aproximar, se a pessoa queria que eu fosse ali, porque não mencionara outros convidados? Que suspeito. Talvez, fosse melhor eu chegar na festa depois, nada de parecer pontual chegando desesperado no começo. Ou então, poderia abrir a porta para os pobres moços.

Ao invés de ir na direção dos moços, abaixei-me e me escondi atrás do baixo muro da casa vizinha. Pulei por cima dele e segui para os fundos da casa da luz acesa, esperava que houvesse uma entrada ali. As batidas não cessavam "toc toc! quem é? sou eu miguxo! que miguxo? ah, o seu miguxo!" se houvesse alguém dentro da casa, não duvidava que seria uma conversa do tipo, todos os convidados deveriam ser super festivos, era melhor entrar no clima. Mas, primeiro, onde estaria a porta dos fundos?  


text | me | you

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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 6:37 pm
Mestrado
Olá, Convidado.

Seja bem-vindo ao primeiro mestrado do RPG Impervius. Nele você agirá como um cannon. Como assim? O narrador postará suas ações e você deverá segui-las completando-as. Caso utilize algum feitiço de ataque ou defesa, um dado será rolado para que ele seja válido ou não, por isso, caso o use algum destes feitiços, coloque ao final do post um número de 1-10 e veremos se o mesmo fora válido.

Esperamos que todos se divirtam.

Com carinho,
A Administração

xxx

Era um grande aglomerado, todos juntos e misturados, uma grande bagunça, por assim dizer. Jessaminne, perdida, encontrou o apoio que precisava em um jovem lufano, Pierre, que fora o primeiro a se aventurar em procurar informação. O garoto aproximou-se dos dois jovens parados a frente da porta em que batiam. Pediu licença e os questionou sobre o que estava acontecendo e sobre se sabiam de quem era aquela letra. Os dois jovens ao virarem revelaram as feições de duas crianças ainda em seus sete e oito anos, as duas faces não demoraram a tornar um olhar assustado e a apontar para o longe. Jessaminne, curiosa virou seu pescoço para ver o que acontecia, e quando virou-se para contemplar as crianças novamente, elas não estavam mais lá. Uma mulher, Alexandra, caminhava em passos largos e pesados até onde estavam. "O que fizeram, crianças estúpidas? Elas eram nossa única chance de encontrar uma resposta!", disse a mulher de forma grosseira, enquanto Jullie, uma meio-veela um tanto quanto perdida ia correndo atrás dela. "Viram algo?", perguntou Sean que havia se aproximado de forma sorrateira. Todos balançaram a cabeça de forma irritada em sinal negativo. Para que haviam sido convocados até ali? A pergunta não cessava na cabeça de todos.

Atrás da casa, um garoto esperto, procurava outra entrada. Ele havia notado rapidamente que não era o único que iria recorrer à casa, mas talvez, o único que procurasse outras entradas. Flynn pensava muito no que fazer, até que sua primeira decisão fora, nada mais nada menos do que olhar por uma das janelas. O garoto aproximou a mão da mesma e soprou um pouco para limpá-la. O que aconteceu no momento seguinte fora deplorável. A porta se abrira de súbito e um homem alto com um capuz apareceu. O mesmo ergueu uma faca para Flynn, o jovem rapaz fora agarrado pelas costas e a primeira coisa que fez fora gritar. O homem tapou sua boca com um pano com um cheiro forte. Veneno. Em menos de três minutos Flynn estava sendo arrastado para dentro da casa e a porta estava sendo fechada novamente. O único que havia visto o sumiço do rapaz fora um homem esguio e alto. Mordred.

xxx


  • Vocês tem 40 minutos para postar.
  • Caso menos de três players postem, o mestrado será cancelado.
  • Sigam as descrições e interações colocadas mas hajam como seus personagens.
  • Decidam o que vão fazer.

[

Mordred M. Montgomery
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 6:58 pm

ash tree lane
Enquanto observo, dois alunos, um lufano e uma sonserina, aproximam-se da porta. As duas pessoas viram seus rostos em direção a ele. As faces de duas crianças são temporariamente iluminadas pela luz da janela. Em instantes, elas não estão mais ali. Desapareceram.

Franzo a testa, extremamente confuso. O que diabos está acontecendo? A carta, a vila deserta, as crianças desaparecendo... Tudo estava muito estranho.

Subitamente ouço um som que vem de trás da casa. Corro até lá, contornando a casa vizinha, e me deparo com uma cena que faz um arrepio percorrer minha espinha.

Um aluno corvino teve a ideia de entrar na casa por trás. Mas antes que ele possa se aproximar, a porta dos fundos se abre violentamente, o estrondo ecoando pelo ar noturno.

Um homem alto encapuzado saiu de lá e agarrou Fynn por trás. O garoto conseguiu emitir um grito estrangulado antes que sua boca fosse tapada por um pano. Vislumbro o brilho de uma faca. Homem e aluno entram na casa e desaparecem, batendo a porta atrás deles.

Assisto à cena paralisado. Não sei o que fazer nem o que pensar. Meus instintos, então, entram em ação. Começo a agir impulsivamente, sem pensar ou pesar as consequências.

Saio correndo em direção à porta, fracamente iluminada pelo luar. Quando a alcanço e tento abri-la, percebo que está trancada.

Saco a varinha para arrombá-la, então lembro-me do perigo. E que outras pessoas estão ali presentes, que podem me ajudar.

Ajudem aqui! – grito o mais alto que posso. Aponto a varinha para a fechadura e brado: – Bombarda!

  • Bombarda: 3

tagged: Flynn Akker Westenberg | word count: 259 | outfit: aqui | notes: ajuda o mord, gente D:
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Última edição por Mordred M. Montgomery em Sex Jan 17, 2014 7:19 pm, editado 2 vez(es)
Jessaminne Albach Weiss
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 7:01 pm

Pierre e suas grandes ideias. Jess sabia que perguntar simplesmente aos estranhos não seria uma forma boa de começar, já que eram misteriosos e sombrios demais para responder qualquer coisa. Chegando perto das duas figuras, sentiu calafrios, e quando se viraram, os dois puderam ver duas crianças. Crianças tão macabras que fizeram o coração de Jessaminne gelar. Não responderam nada, mas seus rostos denunciavam um puro terror. Apontaram para um lugar ao longe, então a garota, sentindo-se mais curiosa do que deveria, olhou rapidamente. Não encontrou nada fora do normal com os olhos, então voltou-se para as crianças. Que, por acaso, haviam sumido.

Ela estava mais perdida do que nunca e jamais lançara um olhar duas vezes para o mesmo lugar. Apesar de perdida, não era burra. Sabia exatamente que aquilo iria dar em alguma besteira. Mas, como podia controlar apenas o próprio corpo e não dos outros, não demorou para que alguém surtasse e começasse a gritar com ela e Pierre pela atitude do menino. Jessaminne alterou o tom de voz para um tom sábio e calmo, elevando seu nível para que a mulher entendesse de uma vez que não era culpa de seu amigo. - Ninguém aqui é mais criança, e muito menos estúpido. Se me permite dizer, estúpida é a senhora que está gritando e pode chamar a atenção de alguma coisa para nós. - disse, severa. Logo, outras pessoas começaram a surgir ali na beirada da porta, deixando a garota ainda mais nervosa. Mas ela manteve seu tom sempre cordial, como o de uma lady. Estava todo mundo confuso. Ao ver uma garota loira e outro menino se juntando ao grupo e fazendo as mesmas perguntas, Jessaminne desatou a andar em círculos, pensativa sobre o que estariam fazendo ali.

Mas um grito de horror a fez sair de seu transe. Reconhecia a voz vagamente, uma voz masculina. Aquilo fez seu coração disparar de tal maneira, que Jess agarrou-se à varinha e ficou ali, procurando de onde vinha o som. Ouviu um pedido de socorro e observou as outras pessoas. Mas então Pierre chama a sua atenção para a porta. - Claro. - diz, acobertando o amigo para que ele possa tentar abrir a porta. Pierre lançou um feitiço na mesma, e Minne simplesmente esperou que esta se abrisse, pronta para dar um chute na mesma caso o feitiço surtisse efeito. Como não sabia, afastou-se um pouco e deu um murro na porta com um dos pés, não se importando mais com o barulho.




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Jullie Reckziegel Ehlers
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 7:04 pm


GODRIC’S HOLLOW
Enquanto a mulher também se desculpava, não pôde deixar de pensar no quão estranho aquilo tudo era. E bem, talvez a senhora pudesse lhe explicar alguma coisa, ou quem sabe, até mesmo, aquela poderia ser a pessoa que havia lhe chamado ali. Pressionou um lábio contra o outro, pensando em como perguntar para a mulher se ela sabia lhe dizer o motivo de ter sido convocada “imediatamente”, porém, antes que alguma palavra saísse de sua boca, a desconhecida quebrou o silêncio, afirmando que tinha algo para descobrir. Sabia que não devia acompanhar estranhos, mas naquele cenário, aquela não pareceu ser uma opção tão ruim assim.

Então, no momento em que a mulher começou a andar, Jullie rapidamente passou a segui-la. – Eu estou aqui porque bem... recebi uma carta. – Aquilo era a única coisa que era capaz de dizer. Até pensou em completar, falando que também estava em busca de respostas, mas antes que o fizesse, reparou que as duas não eram as únicas andando naquela rua. Uma menina e um menino mais ou menos da sua idade, tinham acabado de abordar as duas pessoas que estavam batendo na porta, e ao mesmo tempo em que isso acontecia, Ehlers conseguiu ver que um rapaz mais alto também presenciava a cena, o que fez com que sua mente entrasse em um estado de confusão ainda maior.

O que aquelas outras pessoas estavam fazendo ali? Era a única coisa que gostaria de saber. Tornando a olhar para a entrada da casa, pôde ver que as crianças não estavam mais ali, apenas os dois que as tinham abordado. Onde elas tinham ido? E como? A cada segundo, o número de perguntas que queria fazer apenas aumentava, mas parecia que pelo menos naquele instante, não teria tempo para isso. A mulher que acompanhava logo se dirigiu aos dois, tratando-os de forma bastante grosseira, mas Jullie nada fez, além de correr atrás dela, ao encontro dos demais.

Como se as coisas já não estivesse suficientemente estranhas, a voz de Sean chamou sua atenção, fazendo com que se voltasse para o rapaz. – Mas o que? – Perguntou de forma inaudível. O restante do grupo parecia tão sem respostas quanto ela, mas ainda sim, não custava tentar obter alguma informação. – Eles falaram alguma coisa? – Nada que pudesse ser útil naquele momento, o que deixou a jovem um pouco irritada, afinal, gostariam bastante de entender pelo menos o mínimo daquela situação.

Mas como tudo ainda pode piorar... Um grito pedindo ajuda foi escutado por eles, e quando Jullie se deu conta, já estava correndo na direção de onde a voz tinha vindo. Certamente alguma coisa não estava certa ali, e embora seus instintos a dissessem para sair dali, sabia que tinha que entrar na casa. Então, enquanto alguns tentavam passar pela porta, caminhou até uma das janelas, tentando abri-la.

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Flynn Akker Westenberg
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 7:06 pm

MESTRADO EM GODRIC'S HOLLOW II

"Well, lá vou eu" pensei ao conseguir pular o muro e brilhantemente não ser visto pelos outros convidados. Esgueirei-me próximo às paredes da casa e não demorei em encontrar uma porta escura que aparentemente estava fechada. Pisei sobre o solo sem grama, um retrato do inverno em que estávamos e um calafrio percorreu o meu corpo, uma sensação de que algo estava errado. O que eu deveria fazer? Parei por um momento enquanto uma sombra de dúvida surgia — Eles ao menos poderiam limpar isso aqui antes da festa, não? — mencionei ao ver que se acumulava uma coluna de poeira no parapeito das janelas. O que estaria acontecendo lá dentro? Seria melhor dar uma espiada antes de me aventurar para dentro da casa-misteriosa-da-festança.

Fiz uma concha com a mão esquerda, coloquei um pouco a frente dos meus lábios e assoprei com força, fazendo uma nuvem de poeira pairar ao meu redor. — Cof! Cof! — tossi quando inalei um pouco daquilo. Ouvi o som da porta se abrindo violentamente, tudo o que eu tive tempo de fazer fora olhar aquele homem me olhando de forma não muito amigável com uma faca em mãos. — Uh, acho que não tem mais festa — pelo visto, eu fora atraído para uma armadilha e nem ao menos tive chances de sacar a minha varinha. Ele agarrara a parte traseira de meu moletom, sem tomar nenhum cuidado com o tecido, levando-me para dentro da casa. — HEY! EU NÃO QUERO MAIS A FESTA! AAAAH ME SOLTA! — gritei.

Um pano úmido fora colocado em minha boca. Senti minha visão ficando turva e um gosto forte sendo absorvido pela minha língua. Não fora uma boa ideia aceitar aquele convite para festa sem ter certeza de quem seria o remetente, um sentimento de arrependimento me dominava enquanto o veneno dava conta de apagar minha mente. Agora, vendo por esse lado e nessa situação, não fora uma boa ideia não ser visto por nenhum dos convidados. Tudo que eu vira antes de apagar, fora a porta se fechando e não havia nenhuma celebração lá dentro. Fechei os olhos e então eu não tive mais controle de meus sentidos.


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Pierre von Fiermane
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 7:11 pm


There is no place like home


É muito legal essa coisa de você conversar com alguém que desaparece após apontar para o nada. Muito legal mesmo. O sumiço das duas crianças que se revelaram assim que eu fiz uma mísera pergunta é tão estranho, tão ridículo e tão improvável que eu sinto vontade de rir. O que me trouxe aqui mesmo? penso. Outros bruxos se aproximam e uma, inclusive, ignorante o bastante para criticar a minha atitude precipitada - Desculpa. Eu não sabia que as pessoas daqui somem ao ouvir uma voz humana - tento soar confiante enquanto Minne me apoia.

Fico pensando em se ir na direção em que as crianças (ou vultos?) apontaram seria sábio, mas opto por fazer outra coisa. Retiro a minha varinha do bolso e aponto para fechadura - Minne, pode me cobrir? - indago e ela concorda - Alohomora! - tento abrir a fechadura do lugar, mas no meio do meu feitiço, ouço alguém clamando por ajuda e.... BOOM! Um som de explosão próximo da casa.

Isso também é engraçado, enquanto estou preocupado se devo ou não invadir a casa, alguém já está explodindo ela - Vamos entrar! - digo animado aos que estão próximo.

- Alohomora - 7

Alexandra F. Kathullu
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 7:14 pm



Let me say
do not believe anything



Quantas pessoa num local abandonado...
Eu não entendia o porque de tantas crianças estarem lá, gritei com duas crianças que havia se aproximado daquelas pessoas que tentavam adentrar a casa, pois num simples piscar de olhos, as pessoas sumiram.
Como assim sumiram ? o que eles eram ? .. Minha cabeça dava voltas tentando entender aquela situação. Olhei feio para uma menina que havia me respondido, estava prestes a lançar um feitiço nela quando escuto alguém pedindo ajuda. Corri para próximo a porta e vi um rapaz parado lá, tentando arrombar a porta com um feitiço.
" Ótimo, mais uma criança pra completar a creche " pensei.

Enquanto o menino lançava o feitiço, tirei a varinha da bota e a segurei com firmeza, algo estava muito errado lá, e mesmo que eu não gostasse de crianças, não poderia deixa-las correr perigo.
Me posicionei ao seu lado, para que pudesse entrar primeiro, e verificar qual a verdadeira situação, não queria responder nenhum processo do ministério por deixar crianças se machucarem, então eu teria que assumir aquela bagunça toda.
Acendi minha varinha usando Lumus, e fiquei olhando em volta do local, para ver se mais alguma coisa acontecia




Sean G. Bouveard
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 7:36 pm
The Desolation of Sean


the unexpected appears


Sean tentava centrar-se no ponto básico: o que estavam todos a fazer ali. - Sério? Isto é para os apanhados ou alguma coisa assim? Vai sair do meio do mato um monstro, saí sempre um monstro do meio do mato... - Afirmou, abanando a cabeça. Sean já iria voltar para trás quando a atenção dos presentes virou-se para uma das portas e duas silhuetas escuras. A íris de Sean diminuiu, devido ao esforço, dilatando-se e deixando a zona clara desaparecer. O seu sentido dizia que era perigoso ficar ali por muito mais tempo. 'Que se foda o sentido!', pensou para si mesmo, enquanto observava o lufano a intrevir com as duas silhuetas.

Mais tarde, o grifino entendeu o que se passava; não eram os apanhados trouxas, mas sim os apanhados bruxos! Ou não... Na realidade, a cabeça de Sean procurava cada detalhe de câmaras escondidas nas folhagens, enquanto os restantes desenvolviam um raciocínio mental. Sean não se afastou do grupo, mas também não se juntou. Procurou indícios nas ramagens de vários locais até ouvir um único som que alterou tudo: um berro. Não era um berro normal; era uma voz conhecida, pedindo o socorro. - QUÊ QUE FOI ISTO?! Cadê deles! Eu protejo-te, Juh, Yaaayeá! - O rapaz simulou um golpe de karaté no ar, quando projetava-se em passo acelerado ao aglomerado. Todos estavam perplexos com o eco do grito no espaço envolvente.

O rapaz retirou a varinha, assim como todos. Número um, defesa. Sean tinha decorado exatamente cada passo de quadribol desde o terceiro ano, e aplicava-os no seu dia-a-dia. Enquanto se dirigiam para a porta 'misteriosa', Sean verificava as alçadas, com a varinha em aste. E se fossem comensais? E se fosse o próprio Lord? Seria esta a oportunidade de Sean se mostrar habilidoso nos duelos? Arregaçou as mangas, sentindo o calor a ser transmitido por cada recanto do seu corpo. Pierre tentou abrir a porta, contando com a força de um bom Bombarda. O grifino sorriu de excitação, enquanto adentravam na casa, de varinhas erguidas.

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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 7:51 pm
Mestrado
Olá, Convidado.

Seja bem-vindo ao primeiro mestrado do RPG Impervius. Nele você agirá como um cannon. Como assim? O narrador postará suas ações e você deverá segui-las completando-as. Caso utilize algum feitiço de ataque ou defesa, um dado será rolado para que ele seja válido ou não, por isso, caso o use algum destes feitiços, coloque ao final do post um número de 1-10 e veremos se o mesmo fora válido.

Esperamos que todos se divirtam.

Com carinho,
A Administração

xxx

O desespero de Mordred alarmou todos que se aproximaram de onde ele estava e ouviram cada uma de suas palavras. Aproximaram-se todos da porta em questão e tentaram arrombá-la. O feitiço do mais velho não surtiu efeito, apenas o do lufano trouxe uma solução quando ouvira o estalido da porta e seu leve ranger. O grifino, sempre intrometido, colocou-se na frente de todos, ascendendo sua varinha enquanto os outros iam atrás. Poderia-se dizer que todos estavam bem temerosos e quando ouviram o assovio de uma pessoa e o afiar de uma faca, travaram no mesmo lugar. A cena a seguir era a de Flynn, o corvino raptado posto sobre um balcão. Seu corpo estava inerte, não havia vida, aparentemente, e atrás dele, o homem encapuzado. "Que bom que chegaram", disse o homem, não movendo os lábios enquanto todos o observavam.

xxx


  • Vocês tem 40 minutos para postar.
  • Caso menos de três players postem, o mestrado será cancelado.
  • Sigam as descrições e interações colocadas mas hajam como seus personagens.
  • Decidam o que vão fazer.


Jessaminne Albach Weiss
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 8:09 pm

Tinha a impressão de que todos ali se acumulavam na porta que Pierre acabara de abrir e que ela havia chutado. O garoto que se aproximara, agora Jess podia ver que era Sean, um garoto da Grifinória, se pôs à sua frente e, tentando dar uma de herói, seguiu primeiro. A garota revirou os olhos e o puxou pela gola, antes que pudesse fazer alguma besteira. - Vá primeiro e morra primeiro. É isso o que você quer? - indagou a menina, o soltando para que pudesse andar. Ela revirou os olhos e deu a mão para Pierre, porque se sentia temerosa. Olhou para o lufano e deu um sorriso tímido, porque ele era um dos poucos que a conhecia o suficiente para detectar medo nela. Jess, então, levantou a varinha, dando uma boa olhada para dentro da casa. - Lumus! - acendeu sua varinha para que pudesse ter uma melhor visão.

Nada no primeiro cômodo, nada no segundo. Era tudo uma escuridão sem fim, até que todos pararam no mesmo lugar ao ouvir um som. O som de uma faca, uma faca sendo afiada. Jessaminne tremeu dos pés à cabeça, coisa que só Pierre pôde sentir. Então, todos ouviram o som de uma voz, e ela conseguiu focar os olhos num corpo ali. Apenas aquele som foi o suficiente para gelar ainda mais sua espinha e seu coração, de medo. Mas Jessaminne continuou firme, tentando procurar indícios do que era aquilo, de quem eram, o que queriam. Era tudo um relógio descompassado, um quebra-cabeças sem sentido que ela não conseguia juntar. O corpo jazia sem vida em cima de um balcão, e ela aproximou-se para poder ver melhor, a passos lerdos, trazendo Pierre consigo. Era o de Flynn, ravino do quarto ano, que parecia desmaiado. A garota, atenta a qualquer outro som a não ser o da voz, esperou que alguém atacasse o sujeito para que pudesse salvá-lo. - Enervate! - disse, dando um passo à frente pela confusão que Sean tentou causar, apontando a varinha para Flynn. Ela soltou as mãos de Pierre por alguns instantes para se concentrar e olhar o local, a procura de alguma pista do que diabos aquilo poderia ser, e também se havia alguma armadilha ali.

Enervate: 4




;eletric mind ☠️


Sean G. Bouveard
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 8:14 pm
The Desolation of Sean


the unexpected appears


Sendo puxado para trás, Sean apenas murmurou uns palavrões ofensivos a Minne e prosseguiu caminho. O espaço mal iluminado trazia arrepios ao grupo. Sean empunhava a varinha primeiro, mas sentia as suas mãos a tremer. Era uma sensação nova; ele só tinha tido medo de duas coisas na vida e agora confrontava-se com uma que se juntava à lista. Porque razão estariam as crianças ali?  - Gente, eu acho que isto é um convite para um chá... - Sussurrou, não desviando o olhar, mas inclinando a cabeça ligeiramente para trás, continuando a andar. Sean realmente achava que uma idosa iria aparecer por ali, desculpando-se por não ter aberto a porta.  - Ou será que é um grupo de comensais? Hm? Estou falando demais... É que estou com vontade de ir ao banheiro. - Admitiu, sentindo uma tapa na nuca. Parecia que Sean tinha que aguentar para fazer o xixi.

Ergueu a varinha enquanto percorriam a casa. Não era só a falta de banheiros que incomodavam Sean, o cheiro. Por ter um olfato mais apurado, algo não se enquadrava, estranhamente. Os cheiros eram variados, mas um sobressaia-se: o cheiro a morte. Ao adentrar numa das divisões, o grupo assusta-se. Um homem encapuzado e armado com uma arma branca sustinha-se ao lado de um corpo. De Flynn. O corvino estava agora num balcão, deitado. Sean, e assim como o resto do grupo, não se mexiam. Simplesmente, era impossível. Ele podia estar morto, seria verdade? A adrenalina projetava-se por todo o corpo do grifino, enquanto as mãos tremiam. Ele tinha que se concentrar, tal e qual como ele fazia nas "outras noites". Assim que a voz, terrivelmente, do sequestrador ecoa nas suas mentes, Sean engoliu a seco. Era tudo ou nada.

- AVIS! - Empunhou a varinha para a frente, numa mira correta contra a faca e com uma postura apoiada na força que exercia na perna. Podia-se afirmar que o sequestrador tinha sido apanhado de surpresa. Quando o feitiço embate na arma branca, uma ave negra e sem sentindo algum no ambiente começa a voar em círculos no local, escondendo-se num dos moveis. Num outro movimento, Sean gira a varinha no ar e libera um feixe de luz branca, lançando-a contra o tórax do inimigo. - Expelliarmus! - Brandiu, exercendo o feitiço sobre o oponente, projetando o corpo do sequestrador para trás, fazendo-o perder os sentidos ao bater com a cabeça na parede. Enquanto os restantes tentavam observar o estado de Flynn, Sean tentava respirar com calma. O mais provável seria que ele tivesse com xixi nas calças.

Expelliarmus -6

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Jullie Reckziegel Ehlers
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 8:18 pm


GODRIC’S HOLLOW
Seus dedos se moviam rapidamente, tentando de alguma forma abrir alguma brecha na janela, sem sucesso, infelizmente. Tendo mais sorte do que a garota, um lufano que estava junto com o grupo, conseguiu abriu a porta com um “alohomora”, deixando livre a passagem para os demais. Com o intuito de manter todos unidos, alguém chamou Jullie, fazendo um sinal para que ela se aproximasse dos demais. – Conseguiram? – Nem precisaram responder, porque após algumas passadas, a própria loira conseguiu ver o resultado do feitiço, a abertura para o interior escuro da casa.

Ascendendo sua varinha, Sean foi o primeiro a se manifestar, já entrando na residência. – Sean! Espera! – Disse com um sussurro para não chamar a atenção dos moradores do lugar. Mas já era tarde demais, o grifino já estava no interior da casa e aos outros não restava nenhuma opção senão segui-lo, para ao menos garantir que ele fosse ficar seguro. Julgando que não deveria ser a ultima, Jullie rapidamente se adiantou para ficar exatamente no meio da fila que se organizava para que todos entrassem.

Dando uma breve olhada para trás, pôde ver que a porta por onde entraram ainda se encontrava aberta, o que era uma boa opção, afinal, se alguma coisa desse errado ali dentro, todos poderiam simplesmente sair correndo para fora e além disso, Mordred ainda não havia entrado, mostrando-se disposto a ficar de guarda. Ainda estava distraída com a porta, quando escutou um assovio, fazendo com que sua atenção rapidamente se voltasse para a origem do som, de onde também veio o barulho de um afiar de faca que fez com que cada parte do seu corpo arrepiasse e todos seus músculos estagnassem, a deixando imóvel.

Além das cinco que tinham acabado de entrar, mais duas pessoas se encontravam no recinto, um homem encapuzado que segurava a faca e um garoto deitado em um balcão bem na frente do homem. A mente da meio-veela ainda tentava entender o que estava acontecendo, quando a voz invadiu seus ouvidos, mostrando-se contente pela chegada de todos. Claro que a cena era um tanto macabra, mas Jullie se recusava a acreditar no pior. Então, enquanto os outros já apontavam suas varinhas para o estranho, a jovem ainda tentava se convencer de que ele não era um cara mal e que tudo aquilo deveria ter alguma explicação.

– Com licença, senhor, o que aconteceu com o menino? E o que você pretende fazer com ele? – Aparentemente ela era a única disposta a descobrir através de conversa o que acontecia, só esperava conseguir obter alguma resposta antes que os ataques dos demais dessem um rumo inesperado àquela situação.

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Pierre von Fiermane
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 8:19 pm


There is no place like home

Mantenho a varinha erguida na altura do ombro quando a porta se abre. Um garoto intrometido entra correndo na casa, mas eu não reclamo, é sempre bom ter um escudo humano protegendo você e sua melhor amiga. Dou a mão para Jessammine e me foco em passar segurança a ela.

Ao entrar no recinto e andarmos pelos cômodos escuros, deparamos com uma cena terrível: um corpo quase sem vida em cima de um balcão, como se fosse um pedaço de carne num mostruário de um açougue. Atrás dele, um homem encapuzado saúda a nossa entrada, mas o estranho é que a sua boca não abriu em momento algum - Consegue ajudar o garoto? - pergunto baixinho para Minne - Tem algo estranho nisso aqui. Ninguém teria tanta confiança na voz se estivesse em tanta desvantagem - murmuro.

Preparo a varinha e lanço mais um feitiço - Homenum Revelio! - tento certificar de que não há outras pessoas pela casa. Lembro-me da sua voz invadindo a minha mente, a cara de espanto dos outros indicou que não aconteceu só comigo. Invasão de mentes... Seria um Legilimente? Sacudo a varinha de novo - Salvio Hexia! - uso mais um feitiço.

Tudo fica confuso quando o grifino, o idiota que invadiu a casa correndo, começa atacar o homem encapuzado enquanto uma garota perguntava calmamente o que acontecia. Fico em alerta caso seja necessário proteger Minne. Aumento a minha voz para sobrepor a bagunça - Bom, se o meu feitiço funcionou bem, acho que há mais alguém no outro cômodo - digo alto o suficiente para ouvirem.

* Salvio Hexia 9
* Homenum Revelio 5



Última edição por Pierre Von Fiermane em Sex Jan 17, 2014 8:27 pm, editado 1 vez(es)
Alexandra F. Kathullu
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 8:20 pm

Alexandra F. Kathullu



Mestrado - :Roupa Aqui



Depois do segundo pirralho conseguir arrombar a porta, entramos todos no local. Era uma casa mal iluminada e cheia de poeira, cômodos e cômodos faziam com que ficássemos mais tensos a cada momento.
Finalmente chegamos em uma sala onde
distante da luz, num local onde somente a luz da lua tocava a sala, estava deitado o possível menino perdido sobre um balcão.
A menina que havia me respondido, logo tentou acordar o rapaz que estava sobre o balcão, "boa iniciativa" pensei, enquanto desviava minha atenção para homem encapuzado, que estava escondido nas sombras, um pouco atrás do balcão. Em sua mão havia uma faca, a qual eu logo pensei que seria para a execução do menino.
Sem mexer sua boca, falou uma frase que deixava claro que estava a nossa espera.
"Mas o que está acontecendo.."  pensei, antes que pudesse pensar em mais alguma coisa, levantei minha varinha e disse: - Incarcerous - tentando amarra-lo para que pudesse responder nossas perguntas, que por sinal, não eram poucas.

- Incarcerous - 8



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Mordred M. Montgomery
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 8:25 pm

ash tree lane
Não sei o que acontece. Talvez eu esteja nervoso, talvez seja meu estado instintivo e irracional. Mas o feitiço falha, e a porta permanece intacta.

Enquanto encaro, estupefato, minha varinha, um lufano se aproxima e destranca a porta de uma forma menos violenta. Ela abre-se lentamente, rangendo. Um grifino esbarra em mim enquanto toma a dianteira.

Eu não consigo pensar em nada. Meu cérebro está congelado. Epa, conheço essa sensação. Clarividência. Estou prestes a ter uma visão.

Minha visão embaça e eu perco o equilíbrio, apoiando-me no batente da porta para não cair. Os demais entram na casa, e feitiços voam para todos os lados. Mas eu não consigo acompanhar. O mundo está se dissolvendo, e vislumbres do futuro começam a surgir em minha frente.

Grande parte da visão é um borrado indefinido, mas consigo distinguir algumas coisas. O corvino inconsciente acordando, aparentemente bem de saúde. A faca na mão do homem misterioso se transformando em um pássaro e voando, e seu portador voando em direção à parede e perdendo os sentidos.

Então, vejo algo que me aterroriza. Um grupo de homens encapuzados correndo em direção à casa. Não sei dizer se são trouxas ou bruxos, mas não parecem nada inofensivos. Se eles conseguirem nos alcançar, será o fim.

Subitamente retorno ao mundo real, arquejando e respirando com velocidade. Ainda sem olhar para o que ocorre do lado de dentro, aponto para a casa e murmuro dois feitiços:

Desimo Domus. Fianto Duri.

Corro para dentro, com varinha na mão, esperando poder ajudar.

  • Desimo Domus: 7
  • Fianto Duri: 10

tagged: um bando de gente | word count: 252 | outfit: aqui | notes: não sei o que fazer @.@
cassie at atf.


and i was in the darkness
so darkness i became



Última edição por Mordred M. Montgomery em Sex Jan 17, 2014 8:46 pm, editado 1 vez(es)
Aaron T. Watts
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MensagemAssunto: Re: Ruas da Aldeia   Sex Jan 17, 2014 8:45 pm
G O D R I C ' S   H O L L O W

MESTRADO I




Ruas da aldeia.

Bem como a carta pedia, eu estava ali, mas aparentemente eu não era o único que havia sido chamado, mas o remetente, de fato, não parecia estar ali. Perambulei por pouco tempo ali, e sem muita delonga, notei duas pessoas batendo à porta do local marcado, enquanto avistei alguns conhecidos de Hogwarts também.

Pierre e Jessaminne contaram os estranhos, duas crianças que apontavam para um local e antes que pudessem notar já haviam deixado as ruas da aldeia, sumido dali. Flynn acabara por ser sequestrado,  porém nenhum de nós sabia, a não ser por Mordred, o bibliotecário.

A dupla, Pierre e Jess, arrombavam a porta, enquanto eu sequer sabia o que fazer, apenas com minha varinha em mão, preparado para qualquer surpresa.

- Por merlin... - disse, assustado e com até certa angústia, quando todos nós adentramos, o corpo do corvino, Flynn, permanecia estendido sobre um balcão, ao lado de um homem encapuzado com uma faca empunhada.

- Droga, Flynn! - acompanhado de Jessaminne, esperava para seu feitiço funcionar, eu corria para o balcão lhe ajudar a acordá-lo, tentando o reanimar, o levantar e tirá-lo dali. - Vamos, vamos! - Tinha que funcionar.



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