¡BEM VINDO!

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Estamos na primavera (semana do dia 01 de Setembro de 2050).
Os avatares são de tamanho 200x320 e as assinaturas em até 500x300.
Os posts devem conter o mínimo de 8 (oito) linhas para não serem considerados flood.
Para copiar e colar seus textos do Word usem CTRL + SHIFT + V, assim se copiará em tal formato.
A primeira edição do profeta ainda está por vir, fiquem atentos!
Os mestrados serão feitos aos Sábados às 20:00hrs [BR].
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Desde os tempos mais memoráveis, existe um mundo paralelo e oculto aos olhos dos "trouxas". Um lugar onde as leis da lógica e da física perdem todo o seu sentido, um lugar onde a magia é parte da vida cotidiana. Uma grande sociedade de magos e bruxos lutam uns contra os outros a fim evitarem que esse mundo seja descoberto, entre em colapso ou tenha sua ordem alterada por aqueles que não possuem ou desconhecem como manejar tal magia. Seja bem-vindo a este mundo mágico ambientado no ano de 2050. Você se atreve a escrever sua própria história nesse mundo ardilosamente fantástico?
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 Estação de Trem

Time of Impervius
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MensagemAssunto: Estação de Trem   Sab Dez 21, 2013 11:38 pm
Hogsmeade, Estação de Trem
Estação de trêm localizada em Hogsmeade onde o Expresso de Hogwarts termina sua jornada iniciada na plataforma 9 3/4 trazendo, todos os anos no dia 1° de Setembro, os alunos que irão ingressar em Hogwarts no ano corrente e os veteranos. Utilizada também para outros fins desconhecidos, sabe-se que é lá que os alunos vão para pegar o trêm e irem para suas casas no Natal e no final do ano letivo. É localizada próxima ao lago e uma estrada a liga até o castelo, circulando o lago.

Cher Munich
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Qua Jan 01, 2014 1:59 pm

Sobre meu cabelo caía um capuz que se estendia por todo meu corpo. Não era possível que eu fosse identificada, exceto fosse com você que eu iria me encontrar. Como a lua estava cheia e o céu sem estrelas eu preferia continuar escondida até que a construção de um teto com o conjunto de mais quatro paredes estivesse me cobrindo. Apenas, precaução e o desejo de que o vento não fizesse com que meu cabelo fizesse a dancinha sensual herdada por uma meio-veela. A estação estava praticamente vazia, devido ao seu horário. Isso era ótimo para quem, como eu, procurava discrição e nenhum falatório. O apito de um trêm soou mais alto do que o normal, ricocheteando nas paredes e invadindo meu ouvido provocando um arrepio de ardor. Olhei para os lados e retirei a capa. Meu cabelo estava preso em um coque no topo da cabeça. Meus movimentos eram discretos e eu queria passar invisível pelos outros. Procurei Amanzo com os olhos e não o encontrei. Fui, então, em busca da plataforma em que combinamos nos encontrar. Sentei-me e verifiquei o relógio. Não estava atrasado, mas bem que poderia estar adiantado. Sentei-me sobre um dos bancos que estavam dispostos pelas estações, minha mão escorregou para o lado e fiquei tamborilando os dedos na madeira provocando um barulho de unhas entrando em conflito com a madeira. Para quem ouvisse poderia causar irritação, mas isso apenas mostrava minha impaciência em ter que espera-lo. Outro tem chega e dessa vez é o desembarque. Devia conter, no máximo, quinze pessoas lá dentro e uma delas era Amanzo. Ele vinha em minha direção sustentando um sorriso de quem sabia que era aguardado com uma ponta de prazer por ter me feito esperar por tanto tempo. Entregou um pacote para mim: - Está ai o dinheiro das apostas. – Peguei o pacote que tinha uma cor amarronzada, abri-o e conferi rapidamente o dinheiro: - Tem certeza que está todo aqui? – perguntei num tom brincalhão. Sabia que ele era de confiança. Ele passou o braço pelo meu pescoço e riu beijando-me a testa: - Sua pestinha. –  completou. Ele se despediu e saiu dali tomando outro trem. Conhecíamo-nos desde meu primeiro ano de colégio. No pacote continham G$1.900,00, não era nenhum dinheiro de aposta, na verdade era um empréstimo que havia feito para ele. Seu filho havia ficado doente e ele não tinha o dinheiro para o tratamento e eu acabei lhe emprestando essa quantia.  

Sentei-me novamente e guardei o dinheiro numa bolsa. Apoiei meus braços para trás. Agora esperava por outra pessoa. Meus lábios se comprimiam e soltavam. Eu não era a pessoa mais paciente do mundo ou, então, tinha um sério grau de hiperatividade.


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Bryan Syddle Bolter
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Qua Jan 01, 2014 2:36 pm
Nhac :3


Aparatei no hospital, desesperado, acabei de ser acertado por um feitiço e estava com fortes dores de cabeça, manchas pela pele e extrema tontura. Um médico me atendeu rapidamente, me colocou em um dos quartos e começou uma série enorme de exames, eu tossia e vomitava com muita frequência, foi um erro meu em um duelo que me causou isso. Rapidamente o resultado do exame chegou me trazendo más e boas noticias. Começando pela má, eles vão conseguir me curar, mas terei de ficar cinco dias lá, repousando. Aqueles dias demoraram a passar, fiquei lá entendiado deitado em uma cama apenas lendo os jornais e revistas que se encontravam no quarto. Então os cinco dias se passaram, ja estava dispensado, mas antes. Teria de ver quanto tinha ficado o tratamento. Me dirigi até o balcão - E então... Quanto ficou o tratamento? - Perguntou ja pegando o dinheiro do bolso, porém foi surpreendido pelo preço. - O que ? G$900 ? Eu não tenho tudo isso no momento aqui comigo, posso lhe pagar G$500 agora e o resto pago-lhes depois - E então fiquei devendo G$400. Aparatei dali, desaparatando em casa, avisei minha família sobre o ocorrido e ouvi uma resposta clara, sim eu terei que arranjar um emprego, não posso mais ficar dependendo deles. Eu estava curado e fora daquele tédio, finalmente.

Tinha um compromisso, que fora marcado antes de tudo isso acontecer, por sorte sai antes do mesmo, as manchas do corpo sairam e eu estava despreocupado, estava bem vestido e fui até a estação de trem, lá onde o expresso fazia a sua parada. Chegando no local começo a procurar a pessoa que eu ia me encontrar, andei um pouco e logo encontrei-a. Sentando-se do lado da mesma - Fiz a esperar muito ? - Perguntei-a, sorrindo em seguida - Desculpe. - Ela parecia estar impaciente, acho que a fiz esperar muito. - Como você está ? - Perguntei-a afinal ja fazia um tempo que não nós viamos.



Cher Munich
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Qua Jan 01, 2014 3:10 pm

Por alguns instantes a estação ficou praticamente silenciosa. Um ruído ou outro de bater de asas de aves urbanas tomavam conta. Me senti sozinha. Não via mal algum nisso. Toquei o quadril me certificando de que minha varinha ainda estava comigo. Nunca se sabe. Vi Bryan de longe, ele parecia-me um tanto cansado. Mas o perdi de vista quando uma mãe passou arrastando seus quatro filhos. Dois mais velhos andavam a sua frente, um garoto e uma garota. Uma pequena estava em seu colo, enquanto outro menino era arrastado pelas mãos e brincava de fazer bolhas ranho. A mulher gritava para o que me parecia ser o mais novo: - Ronald pare já com isso! Você pode andar mais rápido, por favor? – eles pareciam um conjunto todo igual. Todos tinham a mesma coloração de cabelo, pele e olhos. Poderia jurar que a distribuição de sardas salpicadas sobre o rosto fora feita igualmente. Uma visão divertida para a noite. Dou um pulo de susto quando escuto a voz de Bryan. Coloco a mão em meu peito sentindo a aceleração cardíaca subir relativamente. Abri os braços e os enlacei no corpo dele apertando-o contra meu peito: - Não me fez esperar nada, eu que sou um tanto impaciente. – e depois me afasto encarando-o: - Estou ótima, mas você que não me parece muito bem. Aconteceu algo? – Estava um tanto abatido, nada demais. Talvez eu reparasse nas pessoas mais do que deveria.
Acho que a última vez que o havia visto foi alguns anos atrás num bar em Hogsmeade, talvez. Já se fazia algum tempo, mas ele permanecia praticamente igual.


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Cher Munich
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Qua Jan 01, 2014 3:18 pm
Posts pausados. Qualquer interferência será ignorada.


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Bryan Syddle Bolter
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Ter Jan 07, 2014 3:45 pm
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O susto de cher foi algo que eu ja esperava, assim logo dou um risada de canto da boca assim abraçando-a, uma risada escapou-me logo em seguida - Eu sei como é. - Abaixei a cabeça por um instante me lembrando do que aconteceu no duelo e sorri - Bem, sabe como é né, Duelos e tudo mais - Disse passando a mão em meu cabelo logo em seguida, o mesmo continuou - Há quanto tempo em, está sumida - Brinquei com Cher




Cher Munich
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Ter Jan 07, 2014 4:00 pm



O sorriso dele era doce e preocupado. Sempre se metendo em duelos, para mim era quase uma coisa envolvida com briga de galos. Tudo bem, nem tanto. Apenas não conseguia entender da onde surgiam tantos duelos e seus motivos nem tão inusitados. Notava que Bryan havia saído mais ileso do que eu esperava. Dou um pulo no banco da estação tentando me ajeitar ali: - Sempre estou por aqui – Disse num tom brincalhão: - Você quem anda passando muito tempo em hospitais. – Ri um pouco e levei a mão até os lábios. O breu noturno ficava cada vez maior e uma fina garoa começava a cair. Era-se possível notar pelos barulhos das gotículas tocando o telhado feito por uma telha barata e barulhenta. O barulho me incomodava. De certo modo eu poderia ser considerada uma pessoa “fresca” ou neurótica. Muitas coisas poderiam me deixar angustiada. Uma delas o barulho excessivo. Toquei a mão de Bryan mantendo um sorriso acolhedor nos lábios. Após tanto tempo achava melhor que conversássemos num local mais apropriado: - O que acha de sairmos para um restaurante? – Minha voz tinha uma ponta de entusiasmo, eu estava um tanto faminta.


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Bryan Syddle Bolter
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Ter Jan 07, 2014 4:17 pm
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Apenas ri em um tom de ironia - Toda engraçadinha né ? Sempre - Brinquei, logo depois comecei a reparar que a estação estava começando a ficar vazia, talvez porque a noite começasse a chegar, e a garoa também começava a a cair uma proposta foi feita por Cher e uma resposta imediata surgiu - Claro, vamos sim, eu conheço um bem legal, me acompanhe. - Disse estendendo a mão para que a mesma segurasse. - Tenho certeza que irá gostar. - Após a mesma segurar aparatamos dali, saindo do local indo até o restaurante.



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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Qua Jan 08, 2014 9:04 pm
Hogsmeade, Estação de Trem
A noite paira sobre Hogsmeade. Os olhos dos estudantes que acabaram de ser acordados por seus colegas em suas devidas cabines de forma a alertar todos de que chegaram e o desembarque estava próximo. Monitores e Monitores-Chefes se colocam lado a lado e distribuem-se pelos corredores para uma melhor organização de todos. Os primeiranistas estão todos atordoados com a magia do que está acontecendo e o guarda-caças os guiava até os barcos enquanto os monitores levavam os alunos dos demais anos para as carruagens flutuantes.

Lamparinas iluminavam o caminho para os portões ladeados por gárgulas que esperavam a presença dos alunos, na porta, o bibliotecário recebia os alunos. Sempre uma ótima recepção, e todos, com suas vestes adequadas encaminhavam-se para o Salão Principal, estavam aptos a um bom banquete.

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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Qua Jan 08, 2014 9:32 pm
HOGSMEADE
Faith, acorde. Uma voz doce e calma clamava por seu nome. Ainda tonta pelo cochilo que havia tirado, Faith a reconhecia, porém. Sean encontrava-se a seu lado balançando seu braço para que pudesse acordar. Ao mexer-se a jovem sentiu um tecido pesado sobre ela, e viu, ainda mais, o rapaz já com suas vestes formais e pronto para a cerimônia que sempre ocorria na abertura de Hogwarts. A morena tocou o tecido, tentando identificá-lo. Cheirou sua gola, percebendo o cheiro do lobo, que, timidamente, sorriu para ela e corou um pouco. Preciso disso... Vo-você sabe, estava frio antes, achei que você gostaria de um cobertor! Explicou-se ele rapidamente. Soltando um sorriso leve, a garota sentou-se e esticou suas articulações, estralou seus dedos e pôs-se de pé, apoiando-se no parapeito da janela. Que horas são? Questionou-o vendo o céu em um lilás que indicava o escurecer. Sean indicou o numeral sete com os dedos, explicando à ela que logo chegariam em Hogwarts.

Novamente ela encontrava-se em desespero. Saiu da cabine correndo, pulando as pernas de Sean e ouvindo os resmungos de seus outros companheiros. Em seus braços carregava uma muda de roupas padrões. Robe, saia, meias de cano comprido, camiseta social e uma gravata na cor de sua casa, azul. Dirigiu-se rapidamente até o pequeno vestiário que possuíam no trem, trocando suas vestes rapidamente. Estava um desastre, descabelada e toda amassada, mas no momento não podia pensar tanto nisso. Em poucos minutos estava pronta e logo voltara ofegante para sua cabine, causando alguns risos por causa do cabelo. Guardou sua antiga muda de roupas e sentou-se novamente em seu banco. Realmente estavam se aproximando. Ela podia até mesmo ver as luzes de Hogsmeade.

Não tardou mais do que dez minutos para que todos ouvissem os gritos dos monitores. As instruções eram básicas: Saiam todos daqui agora. Diferentemente dos outros, Faith não era tão afobada, podendo esperar todos desembarcarem, para que assim pudesse levar suas coisas com calma e paciência.

O caminho até as carruagens era curto, porém turbulento. Muitos comentavam sobre o fato das mesmas serem aladas, porém ela sabia que não era bem assim. Conseguia enxergar os testrálios que as levavam, assim como seu melhor amigo, Sean, e juntos compartilhavam uma piada interna sobre tais. Vê-los assim, trabalhando para ajudar Hogwarts fez com que ela lembrasse-se de Ellus, trazendo saudades e uma nostalgia profunda. Logo estariam juntos, porém.

Subiu em uma carruagem qualquer e apertou os últimos botões de seu robe, Diretora Ramona e toda Hogwarts os aguardava.

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clumsy @ sa!




In the moment when I truly understand my enemy, understand him well enough to defeat him, then in that very moment I also love him. I think it’s impossible to really understand somebody, what they want, what they believe, and not love them the way they love themselves. And then, in that very moment when I love them. I destroy them.

Sean G. Bouveard
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Qui Jan 09, 2014 7:02 pm
The Desolation of Sean


the unexpected appears


A noite pairava e Sean ainda sentia o suave aroma das goluseimas que havia comido no Expresso. Levantou-se rapidamente quando o Monitor Grifino os informou que estavam a chegar. Chris ainda estava entretido com as suas pequenas mãos, colocando-se numa posição constrangedora - o Sapo de Chocolate estava preso no interior da jaula humana, contudo, este não tinha dado o primeiro salto. Sean informou-o que iria ver de Faith e que o encontraria depois, na carruagem. Aglomerou-se um conjunto de alunos, excitados, por irem para Hogwarts. É certo que, depois de duas semanas, a única coisa que eles queriam seria matar a aula de poções.

O grifino entra no compartimento de Faith, sorrindo para quem a acompanhava, que acabou por desaparecer depois de alguns minutos, indo trocar de roupa. Sean já estava de uniforme vestido, com o grande emblema vermelho, com um Leão dourado, cosido na capa negra, onde afundava as mãos. Faith dormia. Cobriu o corpo da corvina com o manto e sentou-se ao seu lado, brincando com os dedos, cabisbaixo. Agora era só aguardar que o Expresso parasse.

Os monitores já berravam para haver ordem quando o Expresso não tinha parado. Sean tocou duas vezes no ombro de Faith, na tentativa de acorda-la. - Faith, acorda. - Disse, num tom de voz calmo e sereno. A garota acordou, ainda em sonhos, sentindo o manto nas suas costas. Sean corou, tentando arrumar uma explicação que convencesse a Faith. 'Ahm, estavas com frio e eu queria mostrar que posso fazer isso', pensou na alternativa, não tomando esta como boa escolha. - Preciso disso... Vo-você sabe, estava frio antes, achei que você gostaria de um cobertor. - Agarrou o manto, vestindo-o rapidamente enquanto a Corvina retornava ao mundo normal. Os seus ossos estalaram, enquanto esta tentava localizar-se. Questionando a Sean as horas, este elevou os dedos, indicando o número sete e explicando, calmamente, que já haviam chegado a Hogsmead e que ela teria que se ir vestir. Sorriu-lhe, timidamente, ajudando-a com os malões e depois deixou-a, para que esta fosse com os da sua casa para Hogwarts.

Sean saiu do Expresso e encontrou-se com Chris muito rapidamente, que não seguia as ordens dos Monitores. Os grifinos saiam primeiro e desordenadamente, apesar de aquela reação ser-lhes normal. - Então, foi boa a visitinha, Sean? - Questionou Christtian, enquanto ria-se da cara corada de Sean, explicando-se que ele e Faith eram apenas amigos. Prosseguindo até às carruagens, Aaron apanhou-os por trás, enchendo-os de perguntas da viagem. O grupo estava quase reunido. Só faltava realmente a lufana, que só iriam ver em Hogwarts, no banquete. - Vamos lá, temos um discurso 'poético' para ouvir, não é verdade? - Afirmou, subindo para a carruagem. Sean via-os. Via os cavalos 'xupados para dentro', e não o agradavam. Apenas mantinha uma relação com Ellus, muito cuidadosa, porque este pertencia a Faith. Mesmo assim, Sean não se chegava muito perto. Sentia-se desconfortável.

A carruagem partiu, então, na direção do Castelo reluzente ao fundo da colina.

marauders
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TIMES CROSS
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Os Marotos:
 

Aaron T. Watts
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Qui Jan 09, 2014 8:19 pm
Hogsmeade

as long as they've got cigarettes in hell




O Expresso ia desacelerando aos poucos, até finalmente estacionar firmemente na pequena estação de Hogsmeade. Os primeiranistas eram os primeiros a desembarcar do trem, e certamente já ficavam totalmente encantados com a magia presente no local, a maioria dos bruxos já ia descendo do trem, mas infelizmente, eu ainda não havia acordado.

- Vamos Aaron... Acorde...

A voz de Europa chegava aos meus ouvidos me acordando lentamente.

- Hã? Já chegamos?

Disse me espreguiçando ainda dentro do vagão.

- Sim, vamos, vai perder a carruagem.

Me levantei do assento esfregando os olhos, sorrindo para a corvina. Ela carregava sua bagagem de mão, seguindo pelos corredores enquanto eu ia logo atrás. Nós havíamos nos sentado em um dos últimos vagões, mas eramos também um dos últimos a sair do expresso, e com o corredor praticamente livre não demorou muito para que chegássemos até uma das saídas do mesmo.

Mais uma vez, tratei de passar na frente de Europa para abrir a porta para a mesma, saindo do trem logo em seguida, nós pisávamos no território bruxo. Caminhamos um pouco sobre a terra um tanto lamacenta daquela parte de Hogsmeade, e foi então que um grupo de garotas da Corvinal veio em direção à Europa.

- Aaron.. Tenho que ir.

O fato de ter que deixar a garota era um pouco ruim, mas eu não poderia prendê-la naquela situação pra sempre.

- Nos vemos depois?

Disse.

- Claro! Nós marcamos algo.

Sorriu, se despedindo de mim e indo junto ao grupo de bruxas. E então, eu estava ali, sozinho novamente e não conseguia avistar Dory e Orion em lugar algum, talvez já tivessem ido em uma das carruagens na frente. Foi então que notei mais um rosto familiar, era Sean, junto de Chris, que agora iriam cursar o quarto ano, o mesmo em que eu explodira a cabana do guarda-caça junto a Dorothy.

Me apressei a alcançar Sean, eu o cumprimentara ao mesmo tempo que Chris, e os enchia de perguntas sobre as férias e as viagens, afinal, minhas energias ainda não haviam esgotado. Notei a falta de Jullie, a lufana, mas certamente nos veríamos no banquete do início do ano. Então, tratei de apressá-los.

- Vamos subir logo nessa carruagem!

Ri, apressando os quartanistas.

- Ainda temos uma longa noite, rapazes!

Subi na carruagem que logo se pôs em movimento, rumo ao castelo de Hogwarts.



WHERE: Hogsmeade WITH: Europa; Sean e Chris MUSIC: HP Soundtrack OUTFIT: Hogwarts Gryffindor Custom NOTES: Mais uma vez, postando junto de Europa com permissão para controlar suas ações. CREDITS GOES TO: this isn't what NANDS said @ Terra de Ninguém <3





Última edição por Aaron T. Watts em Sex Jan 10, 2014 9:03 am, editado 1 vez(es)
Demetria D. Winchester
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Qui Jan 09, 2014 8:45 pm
- MeOther CharactersMy ThoughtsNarration -




Coming Home...

I like to think I'm going back to Hogwarts. Although this damn template has given problem and has made ​​me have a lot of hate, I'm fine, I'm home again.------post 08



Odiava adormir em viagens, eram sempre a mesma coisa, acordava sempre ao chegar no local, perdendo todas as paisagens existentes no caminho e por aqueles motivos desejara permanecer acordada. Olhava para fora sentada com os pés no banco da cabine, olhando as montanhas passando rapidamente em sua frente, respirava fundo, estava concentrada em demasia nos devaneios que pairavam em sua cabeça. Procurava se sentir feliz por estar indo em direção ao único lugar onde nunca fora julgada por ninguém, porém os pensamentos estavam na irmã mais velha e na briga que haviam tido dias antes de embarcar. Não entendia o que a irmã com seu ego de tamanho infinito fora fazer em Londres no dia de sem embarque, já sabia que não receberia nenhum tipo de desculpa. Ficou sozinha durante toda a viagem e agradeceu mentalmente que seus colegas do sexto ano entendessem que precisava ficar sozinha, ainda que não soubessem o real motivo de tudo aquilo. Havia expulsado, mesmo que gentilmente, todos os colegas que haviam tentado estar com ela durante a viagem, poderia esquecer de qualquer coisa se ainda estivesse com seu IPod e aquilo era das muitas desvantagens de estudar em Hogwarts. Por alguns momentos se pegou pensando na agitação da cabine dos primeiroanistas, sorriu ao lembrar-se da primeira vez que entrara nos barcos que iam em direção a Hogwarts, jamais esqueceria-se daquela noite mágica. Ainda se encontrava com suas vestimentas trouxas, estavam quase chegando à estação em Hogsmeade e ao perceber a grande movimentação foi até seu malão, retirando suas vestes de trabalho, encaminhando-se logo em seguida para os últimos vagões. Era cumprimentada por seus colegas a medida que passava por eles, era complicado passar pelo estreito corredor enquanto todos resolviam circular por dentro do trem ao mesmo tempo. Após levar alguns minutos para se trocar, retornou à sua cabine, faltavam pelo menos vinte minutos para que chegasse em Hogsmeade e não via a hora de ter encher sua cabeça de assuntos, precisava se distrair. Seus devaneios não duraram muito, sorriu quando sentiu que o trem estacionara, levantou-se e desamassou suas vestes, logo após ergueu sua cabeça, a aluna forte e corajosa de Gryffindor estava ali. Desceu do trem acompanhando seus colegas para as carruagens flutuantes, carruagens que descobrira em seu terceiro ano serem puxadas por testrálios. Teve de esperar até que alunos de anos anteriores embarcassem e ainda que odiasse ter de esperar via ser engraçado alunos tentando adivinhar qual era a magia usada para que as carruagens flutuassem, mal sabiam eles. Ao chegar sua vez, entrou e sentou-se ao lado de um Hufflepuff, de frente para uma Slytherin e um Ravenclaw, sorriu largamente, seria uma viagem interessantíssima até o enorme castelo que tanto ansiava ver novamente.

tagged: Demi, your colleagues and daydreams. wearing: click here notes: Olá Hogwarts, que saudade...

by accio boy @ ops! i did it again!




Demetria Devonne Winchester

-----------------------------------------------------Mrs. Demetria, for you bitch!

Como você pode se divertir se não salvar algumas vidas ao mesmo tempo???



Ethan E. Greenspan
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Sex Jan 10, 2014 9:26 am


Afinal...

A viagem fora deveras tranquila. Todos já sabiam que se encontravam bem no fim do concurso, e que não tardaria para que desembarcassem na conhecida estação de trem de Hogsmeade, o vilarejo bruxo, nas redondezas de Hogwarts.
Já era possível, mesmo que tivesse a necessidade de se inclinar, ver os telhados esbranquiçados pela neve das casas do vilarejo. Assim que notou a paisagem que já o cercava, Ethan, sem pestanejar, pês-se à se vestir com o uniforme da escola, como era pedido todos os anos.
Ajeitou sua gravata, fechou com cautela seu grande malão, deu mais uma amarrada estratégica em seus sapatos e, de um solavanco nada peculiar, a locomotiva cessou seu movimento.
A movimentação nos corredores era assustadora. As pessoas estavam praticamente se atropelando para sair do trem, aquilo era meio irracional, mas tudo bem. Aguardou, até que não corresse mais o risco de ser pisoteados por cavalos bruxos, e finalmente saiu da cabine, acompanhado de perto por Maryleen, que estava com sua habitual feição de tédio profundo.
Ethan caminhou pelos corredores, de um "Alô" ao maquinista e pulou para fora do trem. O vento gélido e cortante da Inglaterra bateu em seu rosto, o que fez todos os pelos de seu corpo se eriçarem, e o garoto se abraçar. Estava até sentindo falta do clima cinzento e triste que tanto o agradava. Não via a hora de, finalmente, visualizar novamente o Lago negro, que resplandecia e retratava exatamente as cores do céu. Era bem fascinante, mesmo que não seja a primeira vez que o vislumbre.
O garoto caminhou até um canto da Estação, onde uma pilha de malas estavam sendo jogadas por ali. Sabia que aquela era só uma medida ante-acidentes e ante-cansaço desenvolvida pela direção. Na visão de Etan, deveriam ter feito uma campanha ao estilo: "Deixe seu malão, e ele aparecerá magicamente nos seus aposentos". Mas Hogwarts era mágica em somente um sentido, ou em todos, exceto esse. Era uma dessas teses que Ethan se pegava pensando, sem rumo. O garoto era um pouco, não exageradamente, estranho.
Depositou, então, seu malão ao pé da enorme pilha, e partiu em direção à Hogwarts. Lembrou-se de quando teve que atravessar o lago, seguido de perto pelo guarda-caças, ao qual sempre se esquecia do nome. O passeio, em si, fora bem legal, exceto por um garoto que alegara que sua irmã havia sido acariciada por tentáculos gigantes que saíram das profundezas do Lago, um ano antes. Aquilo o deixou meio aflito, mas rapidamente passou, quando viu pela primeira, de muitas vezes. Foi um choque para o garoto, tamanha beleza e...dimensão!
Tais que já estava novamente vislumbrando, quando cessou suas longas passadas ao encalço dos portões de entrada.

   
THANKS Merida at NLE



Runaway from the river to the street  and find yourself with your face in the gutter▼  

Tiberius Grözembber Holtz
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Sex Jan 10, 2014 3:43 pm

hell
A
locomoção do Expresso se dera de modo veloz, porém, mesmo de irritadiço farfalhar, Tiberius pouco notara. Acomodara-se ao estofado de couro despojadamente, suas íris esverdeadas fitando o teto; e deste modo prosseguira até adormecer. Afora as folhagens notórias possuíam tonalidades verdejantes e seu vislumbrar era permitido veementemente pela cristalina e permeável formação dos vidros, entrementes ao sonserino, de pálpebras seladas, somente escuridão se dava perceptível. Jamais fora de sonhar, não é neste momento em que desvencilharia-se do hábito. Conforme o reinado do luar se aproximava, os ares transitavam ao demasiado gélido modo, ocasionando o agasalhamento de notória parcela dos que acomodaram-se nos estofados igualitários do trem, porém Tiberius, mesmo sendo senhorio de frígida corpulência, pouco notificara o declínio de temperatura. Os anéis fumacentos do Expresso ocasionavam aos ares um quê de impureza.

As pálpebras do jovem sonserino abriram-se notificando luminosidade constante ocasionando seu constante piscar. Esquecera-se momentaneamente de ter adormecido fitando o teto, onde, por estar em horário de raios solares, não notara as luzes artificiais apagadas. Agora arrependera-se, pois suas íris dilatadas prosseguiam incômodas. Erguera-se e rumara para capturar os trajes sonserinos. É, haveria de se acostumar, o período de serventes se fora.

Chace, estamos perto? — murmurara Tiberius enquanto suas formas braçais usufruíam de atos errôneos no enlaçar da gravata, seu sotaque alemão constante aos "r" soando de modo fluído, mas incomum. — Estou faminto, cara — de forma informal e relativamente cômica o sonserino comentara, já com seu entrelaço imperfeito de gravata finalizado e seus trajes todos em sua corpulência. Rolara suas íris esverdeadas e os fitara. Não é bom estar em Hogwarts, não. Provas... Detenções... Longo ano.

O burburinho constante se dera nitidamente notório quando os dois sonserinos, Chace e Tiberius, pisotearam em Hogsmeade. O fluxo de estudantes aparentava ser superior para com o avistado em King's Cross, mas de aparentar não se passava. Eram dezenas, centenas? Tiberius não sabia e veementemente procurara por um outro assunto a se pensar.  — Vamos procurar por uma carruagem? — fitara o enigmático semblante de Chace e notificara sua afirmação, não tardando a abrir passagem entre estudantes de anos inferiores, empurrando-os de modo nada educado, e progredindo no percurso de porvir "carruagens".

A carruagem deslocara-se em seu costumeiro modo vagaroso de locomovê-los; as folhagens negras permitiam a passagem da luminosidade gerada pelas firmações do castelo de Hogwarts.

 
 
 




 
 
 

Alascie M. Syddle Bolter
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Sex Jan 10, 2014 6:44 pm

Oh f*ck, Alascie!
Compras <3


Era o dia, sim era. A volta tão aguardada para Hogwarts, sinceramente eu não queria voltar, ficar ali fora da escola me aprecia tão interessante, suspirei puxando o malão entre meio as pessoas atônitas a minha volta, meu corpo estava um pouco rígido, trajava um vestido acinzentado, de mangas longas, marcando na cintura e "rodado", eu achava interessante, mas Skyllar gostava de dizer que eu parecia um filhotinho de dementador sugando toda a alegria do mundo com meu armário repleto de "alegria", na maioria das vezes eu simplesmente ignorava o que ela dizia, o que todos diziam, ninguém tinha conta com a minha vida, eu tinha e estava bem assim. Sem Cora, sem Jevon, Allinore, Alaska ou Lissand, sem ninguém, era assim meu caminhar, puxando meu malão conjunto aos outros, nem esperei que ele fosse colocado no trem pra poder dar as costas e procurar uma cabine, aquele trem estava lotado, novatos correndo por todos os lados, eu tentava não tocar em nenhum, mas sabe como é, corredores extensos em demasia, gente em abundância, eles quase me prensaram contra as paredes do trem. Praguejei mais de três vezes antes de derrubar uma possível futura primeiranista no chão e passar sobre ela com semblante de poucos amigos. - Olha por onde anda, imunda! - Bradei andando pelo corredor, eu queria poder fazer o uso da minha varinha o mais rápido possível, mas sabe como é, eu não podia, ainda era uma reles quintanista, queria me formar logo, é, além poder fazer um bom uso da varinha da menia que quisesse eu seria independente. Balancei a cabeça tocando a porta de uma das cabines, incrivelmente vazia, adentrei a mesma e fechei as portas, deitei sobre o banco, com os pés colados na janela, o trem se moveu e eu inutilmente quase caí no chão, próxima parada: Hogwarts!







Miss Alascie!

Chace F. Angst Sonëryon
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MensagemAssunto: Re: Estação de Trem   Sex Jan 10, 2014 8:56 pm
I saw the signs when I openned up my eyes

Jamais faça cócegas em um dragão adormecido... INFELIZMENTE, eu não poderia simplesmente me transformar em um dragão naquele momento e simplesmente cochilar, ato que Tiberius fazia muito bem no momento, e assim eu deveria ficar acordado de prontidão enquanto o garotinho de olhos verdes dormia como uma moça. Assim eu recostava-me impaciente nos assentos do vagão vazio a não ser pelos dois rapazes a procurar uma posição em que me sentisse confortável o suficiente para não levantar-me com uma coluna exasperada.  Naquele acolchoamento parecia haver mais suportes de madeira que o estofado propriamente dito.
O rumorejar e o tilintar do mato selvagem pelo qual o trem passava indicava que havia ali a vivência de grilos e outro seres insignificantes, mas que logo se calaram à medida que ficávamos mais próximos da estação de trem de Hosmeade. De tal forma, aproveitando-me da privacidade efetuada pelo uso das cortinas nas portas da cabine e pelo sono de Tiberius, não me ausentei do vagão e pus-me a me trocar e colocar as vestes de bruxo ali mesmo, tomando cuidado para não acordar o rapaz sonolento. Assim que terminei de arrumar a bagunça pós-troca, enfiei minhas antigas vestes no malão recém-aberto e me sentei folheando um exemplar d’O Pasquim que anteriormente se postava no descanso do acento. Repentinamente o sonserino se despertava, levantando-se a espreguiçar-se e rearrumando o cabelo franjado que se tornara um tanto quanto rebelde a partir das horas de sono do garoto.
-Sim, faltam uma meia-hora para chegarmos, aproximadamente.- respondi ao garoto que logo se queixava da fome.
Uma abortada nascida trouxa velha e carrancuda operava um carrinho pelos corredores vendendo todo o tipo de coisas, ignorei a velha e logo fiquei perdido na infinidade coisas que ali haviam. Arqueei as sobrancelhas por um instante, levando o indicador ao queixo e cruzando o outro braço à altura do queixo. -Quero tudo! – disse de forma a constranger aqueles que pediam um desconto no determinado instante, logo depositando um saco de galeões na mão enrugada da velha senhora fedorenta abortada nascida-trouxa de cara carrancuda. -Bem, eu fiquei indeciso então comprei tudo. Vamos comer um pouco antes de chegar a Hogwarts.
●●●
Quando, finalmente o trem parou na Estação de Trem de Hogsmeade, habituamo-nos a recolher nossos malões e sair do vagão. -Lógico que devemos procurar uma carruagem, ou prefere se arriscar numa travessia a barco com os primeiranistas? – disse gozando da sombria cara do garoto, que parecia ter achado alguma graça em minha colocação, apesar de assumir uma feição de deboche.


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