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Desde os tempos mais memoráveis, existe um mundo paralelo e oculto aos olhos dos "trouxas". Um lugar onde as leis da lógica e da física perdem todo o seu sentido, um lugar onde a magia é parte da vida cotidiana. Uma grande sociedade de magos e bruxos lutam uns contra os outros a fim evitarem que esse mundo seja descoberto, entre em colapso ou tenha sua ordem alterada por aqueles que não possuem ou desconhecem como manejar tal magia. Seja bem-vindo a este mundo mágico ambientado no ano de 2050. Você se atreve a escrever sua própria história nesse mundo ardilosamente fantástico?
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 Átrio do Ministério

Time of Impervius
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MensagemAssunto: Átrio do Ministério   Seg Dez 23, 2013 9:55 am
Átrio do Ministério
Localizado no nível oito do ministério da magia, é também o local mais movimentado de todos. Por aqui chegam os funcionários ou visitantes, podem vir por passagens aleatórias, como uma cabine telefônica londrina, rede flu ou aparatando se tiver permissão. Na primeira parte, um enorme a altíssimo corredor, tem lareiras pelos lados esquerdo e direito fixadas em colunas de sustentação largas, que garantem a chegada pela rede flu, o assoalho de madeira enegrecida recebe todo tipo de convidado durante o dia. Esse corredor tem um teto semi-esférico de tijolos robustos, que harmonizam com o piso. Após sair do corredor de entrada notamos, à direita, a fonte dos irmãos mágicos, com estátuas douradas representando um casal de bruxos, um centauro, um duende e um elfo doméstico lançando água, demonstrando o respeito por todas as raças. Após este fonte o átrio continua pela direita, com uma extensão longa e outras fontes menos importantes pela extensão. Pelas paredes podem ser vistos escritórios diversos, com funcionários trabalhando sem parar. Nos fundos e espalhados estão os elevadores com suas portas pantográficas douradas, que podem levá-lo para, praticamente, qualquer nível do ministério, desde que tenha acesso ao mesmo. Todos os visitantes devem ter suas varinhas registradas pela segurança antes de acessar qualquer nível. O décimo nível apenas pode ser acessado por escadas. A iluminação provém das dezenas de salas espalhadas e bem iluminadas pelas laterais, além dos lustres superiores entre as colunas de sustentação colossais. Só de entrar no ministério da magia já se pode sentir certo respeito emanando pela sua magnificência arquitetônica.

Gaspard U. K. Urtfill
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MensagemAssunto: Re: Átrio do Ministério   Ter Dez 31, 2013 5:34 pm
GASPARD
MINISTÉRIO
JANEIRO
2050
PALESTRA
O meu escritório estava um prefeito silêncio. No Quartel-General dos Aurors, existe uma pequena secção para a Equipe de Inteligência. Não era nada mais, nada menos, que um laboratório que era facilmente confundido com o um referente ao St.Mungos. Porém, a zona dos escritórios - onde se procedia a avaliações de casos, reuniões e o meu local - era completamente diferente. Moderna, com as paredes azuis clara e portas de madeira clara. Lentamente, era-mos transportados para um local calmo, onde se pudesse pensar calmamente. Cada escritório podia ser encantado para que existisse total restrição dentro dele. Assim, cada um tinha direito ao seu próprio silêncio. A porta do meu escritorio bate, abrindo-se de seguida. A Diretora da Secção Psicológica avança pela porta a dentro, sorrindo. Trazia consigo três processos na mão - ficheiros de procurados. Deixou-os em cima da mesa, anotando num bloco as suas diversas tarefas.

- Estiveste a analisar? Ótimo, manda alguém colocar os nomes no discurso do Ministro. - Ordenei, enquanto abria os ficheiros. Os três novos procurados. Um deles seria o suposto Lord das Trevas. De acordo com a psicologia humana, assim que o Ministro dissesse e mostrasse as imagens dos procurados, estes ou iriam ficar parados ou haveria um ataque nos próximos dias; e era de um ataque que estava-mos a precisar. Antes da Diretora de Psicologia se retirasse, acenando afirmante com a cabeça, surgem dois Aurors à porta. - Ah, ainda bem que chegaram. O Ministro já está a chegar ao Átrio? Ótimo, já tenho membros da Equipe a observar as emoções do público, agora só devemos esperar. - Disse calmamente, erguendo-me da cadeira e afastando-me da porta, sendo seguido pelos restantes suportes da Equipe.

Já estava sentado, perto do palco onde o Ministro ia discursar, quando o Átrio se encheu. Na primeira fileira, jornalistas. Na segunda, dirigentes ligados à polita. No fim, estava o público do povo. Era incrível como os jornalistas faziam tudo por uma boa história, os políticos à procura de um momento para atacar e o público alvo apreciava simplesmente ouvir o Ministro, à procura de sensações. O triângulo humano estava cada vez mais bizarro. Os aurors tomam o local. Observei os tetos do átrio. Ali estava, ocultos, membros da Equipe de Inteligência. Se houvesse alguém com segundas intenções, nós saberia-mos. E se houvesse uma pessoa com segundas intenções, esta estaria no povo, afastada dos holofotes. As duas fileiras da Equipe - posicionadas nas janelas do andar 5 -, posicionaram-se nos políticos, e os restantes, nos repórteres. O Ministro surge entre chamas verdes, bem vestido. Estava acompanhado pelo Comandante dos Aurors, que se certificou da segurança. E que o discurso comece!

Não demorou muito até o Ministro surgir com o assunto que me importava. "Capta as sensações", pensei, surgindo a imagem dos procurados atrás do Ministro. Quando o Ministro se referia à minha pessoa, aceitei com a cabeça, com um sorriso,. De seguida, aguardei o fim do discurso. As pessoas aplaudiam, mas os Aurors mantinham-se quietos. Parados. Aguardavam sinais do público. Respirei fundo. Havia sido simples, rápido e seguro. Um membro da Equipe percorreu o Átrio no fim do discurso, entregando-me uma mensagem das Equipes de Campo. Um relatório. "O público não aparentou nenhuma sensação". A mensagem pode não ter sido compreendida, ou então os procurados são também bons atores. Suspirei, entregando a mensagem ao 1º Comandante dos Aurors, retirando-me do local com o resto da Equipe, apanhando o elevador para o Quartel-General, trancando-nos novamente no nosso pequeno laboratório.
EQUIPE DE INTELIGÊNCIA EM CAMPO

credits @

Ravenna L. Syddle Bolter
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MensagemAssunto: Re: Átrio do Ministério   Qua Jan 01, 2014 11:11 am

A World disastrous
Life was not meant What do



Trabalhar naquele lugar era um inferno, literalmente. Constantemente ela se segurava para não simplesmente explodir as cabeças daqueles que se opunham a ela ou não conseguiam fazer o serviço que lhes era designado corretamente. E naquele dia em especial, todos os sangues-ruins e aquele povo mestiço estaria em um só único lugar. O ministro iria dizer algumas palavras que apenas serviriam de apoio aqueles que temiam as trevas e acham que ainda se tem uma esperança ao mundo, e quem deveria estar lá? Sim, Ravenna. Como uma "boa funcionária", ela iria. Mas era apenas para alegrar seus ramos e rir interiormente de tudo o que o ministro falava.
O dia estava irresistivelmente ensolarado, um bom sinal para os trouxas que passeavam e se divertiam. Infelizmente – ou felizmente -, Ravenna tinha de ficar trabalhando até chamarem todos do Ministério para o "grande discurso". Papeladas a arrumar, falar com seres de baixo nível... Não era um trabalho para ela, com certeza. Talvez a única coisa que gostasse naquilo tudo era o dinheiro que ganhava. Não, não, isso era indiferente para ela. Preferia mil vezes estar nas ruas lançando feitiços para todos os lados e mostrando quem realmente manda nesse mundo nojento.
Riu com a forma de diversão que passava em sua cabeça, tentando parar com tais antes que suas mãos começassem a coçar para pegar a varinha. Agora ela estava no Ministério, fazendo seu serviço, apenas isso. Olhou para o relógio enquanto sentou-se em sua poltrona e, em seguida, a assistente do ministro bateu duas vezes e gritou algo como: "Todos desçam, o discurso irá começar!". Revirou os olhos, e assim o fez.
Sua má vontade estava especialmente cansativa hoje. Ver o ministro achar que era o centro do mundo a fazia ter ainda mais nojo daquele homem. Pessoas fúteis que acham que irão mudar o mundo a divertem, e era isso que o atual ministro da magia, Ólafur, fez quando entrou no palco e foi recebido com palmas de todos os seres que se encontravam ali. Via-se vários flashes sendo tirados de onde situava-se Ólafur enquanto ele acenava para a multidão logo abaixo. E enfim, ele abriu a boca para começar a falar.
Era incrível como Ravenna podia ser um animal asqueroso tão inteligente. Tinha conquistado a confiança do ministro, e isso ficou claro quando seu nome foi o primeiro a ser mencionado nos agradecimentos pessoais dele. Por um minuto, as câmeras voltaram-se para ela. Ela deu um sorriso anti-pático sem mostrar os dentes, que logo se desfez quando ele continuou seu discurso.
"Que patético", pensou enquanto suspirava. Nada daquelas mudanças que ele enseava iriam mudar o Ministério, muito menos o que iria acontecer com eles. Sua vontade naquele momento era uma, mas sua inteligência a fazia esperar. Era assim que teria de ser feito, esperar.  
Seu rosto se fechou completamente quando ouviu o nome de seu marido. Talvez eles fossem burros a não perceber, ou simplesmente não desconfiavam da "boa mulher" que tomou um caminho contrário a seu marido. Aquilo a divertia, mas a fazia ficar inquieta, remexendo sua varinha por baixo do casaco. Pobrezinhos, eles não sabiam metade das coisas que se passava, e logo logo o plano seria colocado em ação. O "lord das trevas" estaria naquele ressinto, olhando para o ministro, e a equipe de inteligência nada podia fazer. Rafael era um homem extraordinário, e na opinião de Ravenna, o único que podia receber sua total atenção e dignidade. Viu a foto dele naquele cartaz, o que fez seu coração palpitar e se encher de saudade. Como seria se ele estivesse ali com ela, naquele momento? Supostamente, gritos e sangue estariam em todo lugar, seria algo maravilhoso de ver, e realmente melhor do que todo aquele lengalenga que estaríamos sendo obrigados a escutar. Olhou para Carolina, vendo que ela também estava com os lábios contorcidos sobre todo aquele discurso. Nunca imaginou aquela mulher sendo ministerial, mas era um esforço necessário a se fazer. Todos estavam se esforçando para uma boa causa... Ou uma má causa.
Rafael a tinha ensinado a esconder um pouco suas sensações e sentimentos por conta da legilimência. Se não fosse por isso, ela já estaria presa em Azkaban. Deu de ombros, finalmente o discurso havia acabado e tinha muito trabalho a se fazer. Primeiramente, após tudo ter acabado, se dirigiu a seus familiares presentes no local. Carolina, Erik, Viktorie, sua filha, Skyllar, e todos os outros que deveriam estar ali. Depois, subiu e foi cumprimentar o Ministro. Ao chegar perto dele, pareceu outra pessoa completamente diferente do que sua família conhecia. Era uma cobra, tão falsa quanto.
- Belas palavras, Sonëryon.
Foi tudo o que conseguiu dizer, com um sorriso no rosto, após cumprimentar o Ministro com um aperto de mãos. Logo depois, suspirou e voltou-se para baixo. Tinha trabalho a fazer, e esse não era designado ao Ministério. Sem mais, ela saiu dali.  
 

Thanks Tess

Sky L. Syddle Bolter
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MensagemAssunto: Re: Átrio do Ministério   Qua Jan 01, 2014 6:39 pm


Ministério da Magia

○ I know you're there but I can't see you anymore ○

Encostou uma das mãos delicadamente sob sua boca; bocejou. Como costumeiro passará a madrugada adiantando algumas papelada; alguns parentes questionavam sua decisão. Com delicadeza assinou mais uma papelada; com o canto dos olhos, observou uma nova papelada que havia surgido em sua mesa, suspirou, querendo ou não Skyllar sentia falta de observar os corpos das pessoas se contorcendo de dor ou caindo mortas no chão. Ministério era tão calmo comparado ao que já havia visto, colocou uma mão sob sua nuca e massageou.

Como uma das suas inúmeras manias, Skyllar, depositou a pena em um pequeno supositório especialmente feito para suas penas, tampou o tinteiro, arrumou as papelada em ordem de importância e urgência, para assim, levantar-se. Passou as mãos sob os cabelos, molhou os lábios, com um rápido movimento desamassou seu casaco bege; passou alguns segundos observando sua aliança de noivado, e suspirou.

Haviam inúmeras pessoas aguardando ansiosamente a chegada do ministro; dentre elas, trouxas e mestiços. Será que seu futuro marido se importaria da mulher torturar apenas um trouxa?! Mas, é claro. Sua mente alertou-a, e ainda por cima, estava no Ministério; empinou o nariz, balançou os cabelos, porém seu perfume acabou chamando atenção de um mestiço que sorriu maliciosamente, após uma careta de puro nojo Skyllar exibiu sua aliança. Não demorou muito para o discurso começar.
E mal havia começado o discurso e Skyllar precisou morder o lábio inferior para segurar sua vontade de rir; o ministro havia acabado de agradecer sua mãe, Ravenna, e a sua tia, Carolina, porém, mal sabia o homem que as duas adorariam destruir o seu reinado. Sua expressão mudou assim que observou a imagem do seu pai, Rafael, estampada no cartaz. Talvez em algum lugar do seu íntimo sentia falta de uma imagem paterna.

Skyllar limitou-se em apenas absorver o que era importante, como a criação de novos departamentos, suas importâncias, coisas do tipo, mas, do restante, apenas pareciam palavras vagas. Conteve sua vontade de bocejar, e espreguiçar-se, queria que o discurso não demorasse muito. Havia marcado de ir almoçar com um amigo, e precisa adiantar mais algumas papelada. Cumprimentou alguns parentes, e depositou um beijo na bochecha de Erik apenas para deixa-lo constrangido.

Quando viu as bochechas do futuro marido adquirirem uma coloração avermelhada soltou um risinho rouco e baixo, deu uns tapinhas no ombro do homem e apressou-se para sair.

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Amy P. Syddle Bolter
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MensagemAssunto: Re: Átrio do Ministério   Qui Jan 02, 2014 10:48 am


Ministro da Magia

Eu costumava achar meu trabalho muito estressante e chato, mas eu gostava daquela loucura, afinal, era aquilo que eu sabia fazer de melhor. Longos  cinco anos da minha vida passei trancada ali naquele gabinete cuidando dos bruxos imbecis que costumava a fazer coisas idiotas com suas varinhas, principalmente aqueles pivetes que se achavam no direito de apontar uma varinha pra tudo que lhe incomodavam. No meu tempo de estudante não havia tantos registros de bruxos tolos usando suas varinhas irregularmente, mas essa nova geração de bruxinhos rebeldes vem transformando minha vida em um inferno, só no verão passado foram cinco correspondências a bruxos do primeiro ano de Hogwarts.

Aquele dia em especial seria o pior do ano, ou um dos, o novo ministro faria um comunicado oficial, e bom confesso que sempre achei esses eventos um pé no saco, extremamente chato e desnecessário, sempre a mesma ladainha e blá blá blá. Sai da sala batendo a porta fortemente atrás de mim, com passos calmos e devagar, fui em direção ao elevador que por sinal estava cheio até demais. – Bom dia Senhora Bolter, como vai? Um homem do qual não me lembrava de ter visto em nenhum canto estava me dirigindo a palavra, uma voz que por sinal era extremamente chata e enjoativa, sorri com educação par o sujeito ao meu lado e o respondi com toda a minha boa educação. – Bom dia, estou maravilhosamente bem, Obrigado. Não queria alongar a conversa, não estava muito a fim de falar com ninguém naquele dia. Mas acho que o homem não  percebeu isso e abriu a boca mais uma vez. – Está indo certamente para o discurso de posse do novo ministro, também vou para lá. Mas fico na duvida se isso vai mudar alguma coisa no ministério, acho que é só conversa fiada. Olhei desafiadoramente para o homem e disse – Sim, estou indo pra lá, até onde meus conhecimentos vão, sou chefe de setor, e por mais que não goste desses eventos me sinto forçada a ir, e espero que ocorram sim mudanças.  A situação ali era tão chata que parecíamos horas presa naquele elevador, até finalmente chegarmos ao átrio.

O lugar estava lotado de gente, reconheci duas ou três pessoas do meu setor, e algumas digo varias, de minha família, caminhei até o lugar que havia sido reservado a minha pessoa e de onde eu tinha a vista perfeita de meu marido me acomodei, odiava aqueles eventos eles normalmente me deixavam com sono, minutos após minha chegada o ministro adentrou no recinto tomou seu lugar e começou a falar, eu já tinha ideia do que ele falaria primeiramente, ouvi esse comentário durante o dia inteiro de ontem, os Bolters, sempre em cartazes , aquilo era cômico, nos éramos odiados em todos os lugares que frequentávamos, ate ali no ambiente de trabalho, quando o Ministro começou a falar sobre os foragidos, todos os olhares foram voltados para cada integrante da familia Bolter ali presente, um sorriso frio e sarcástico tomou conta do meu rosto, e não tinha como não percebe-lo. Após colocar o rosto dos foragidos em cartazes o Ministro deu inicio a tarde mais tediosa que eu teria naquela semana.

As palavras do Ministro eram bonitas e fortes, mas todos ali sabiam que na pratica poucas coisas ali funcionariam na verdade, a criação dos novos departamentos tinha sido uma boa ideia, até porque o mundo bruxo precisava de tais. O discurso havia acabado graças a Merlin, e as pessoas começavam a sair do lugar, me levantei calmamente e cumprimentei algumas pessoas e alguns parentes, praticamente me arrastei para fora do lugar, antes que mais alguém me chamasse, tinha uma pilha de papel pra organizar, e sabia que certamente não iria pra casa tão cedo aquele dia, e provavelmente meu marido também não. Sai dali me dirigindo até minha sala.


thanks @lilah for cg




Amy Syddle Bolter Longstride



.soph.


Carolina W. Syddle Bolter
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MensagemAssunto: Re: Átrio do Ministério   Qui Jan 02, 2014 8:18 pm
- MeOther CharactersMy ThoughtsNarration -




 
 
 
Flatter? No. Watch.
"The falsehood begins... Now."
Tinha que admitir que aquele emprego lhe estava sendo mais útil do que pensava, nunca pensara que ministeriais fossem tão fúteis e mesquinhos e que ainda que trabalhassem para um bem maior só pensavam em si mesmos. Saiu de sua sala em direção ao átrio com seus cabelos bem arrumados e seu óculos, o qual não largara mais desde que decidira tornar seu disfarce impecável. Adorava dar ordens e o cargo oferecido por sua lady dentro do ministério colocaria a prova suas decisões como uma líder, guiava um magistrado, sua palavra final decidiria a vida e a morte e sorria com escárnio ao perceber que não era nada do que fazia diariamente. Havia se tornado uma ótima atriz, jamais desconfiariam daquele belo sorriso angelical que fazia seus colegas do sexo masculino suspirarem, aquele belo sorriso seria o mesmo que daria ao matar todos daquele lugar, um por um. Já estava impaciente e não tinha o dia todo, seria um discurso polido, politizado e cheio de promessas vazias, mandaria um Crucio da multidão em direção ao ministro se não precisasse manter suas aparências de boa funcionária. Agradeceu mentalmente quando um estagiário sem importância anunciou o pronunciamento do ministro, sabia que aquilo era uma tortura transmogrifiana implícita, mas sentia prazer com a dor e sempre seria assim. Sorriu friamente ao ouvir seu nome ser pronunciado com tanta avidez pelo ministro, fazia parte do grupo seleto de funcionários de confiança do ministro, aquilo não poderia ser mais irônico. O discurso continuou e sua atenção foi prendida quando o nome de seu lord foi dito, sua foto estava estampada no lugar onde antes era uma foto patética do ministro da magia. Olhou para Ravenna por alguns instantes entendendo completamente seus sentimentos ao ver a foto de seu marido tomando conta de mais da metade de uma das paredes do átrio, sabia que sua irmã sentia saudades. Odiava todo aquele discurso mesquinho de prosperidade e fraternidade, sabia que era tudo balela e que em uma hierarquia o mais forte liderava e o resto obedecia, sempre fora daquela forma desde os primórdios. Ouvia enquanto explanações sobre departamentos eram feitas, novos cargos haviam sido criados e com isso mais bajuladores estariam andando pelos corredores, tramando alguma forma de poderem subir ou chegar ao ministro com alguma ideia revolucionária para serem promovidos. Estava farta de ter que ouvir simples baboseiras que não acrescentariam em nada, não estava ali por interesse no ministério, não estava ali por interesse em nada do que era dito naquele discurso, estava interessada em derrubar aquela supremacia, assim como havia ajudado a fazer com a anterior. Sentiu o olhar de sua irmã sob si porém permaneceu intacta, ela sabia de seus sentimentos diante daquela cena lamentável. Esperava algo mais enfático e o que recebeu em troca foi algo massante e sem entusiasmo, era mais um que viveria de aparências para agradar seu público, fazendo seu show diário. Estava aliviada ao ver aquele discurso ser finalizado, porém todos sabiam da hospitalidade da harmoniosa "Carolina ministerial" e sua obrigação era cumprimentar aquele que havia acreditado cem por cento em seu curriculum vitae forjado. A última frase, a única realmente exaltada de todo aquele falatório, lhe fez lembrar que a força não era para todos, era somente para aqueles que sabem de alguma forma lidar com ela. Foi em direção ao ministro dando-lhe um abraço, surpreendendo até mesmo sua lady que sorrira discretamente.
- Foram palavras magníficas Ólafur.
Seu sorriso foi grandioso ao pensar a tamanha hipocrisia que continha em suas palavras, hipocrisia que jamais seria notada. Após separar-se do abraço correspondido juntou-se a multidão, ainda tinha uma reunião no gabinete ministerial, mas aquilo poderia esperar, estava indo exercer sua verdadeira função.

wearing: here    ||    tagged: The Sucker Minister and The Lady Of The Darkness.     ||    notes:  Porque não há nada melhor que a queda da supremacia...




Carolina Winchester Syddle Bolter
...
garota arrogante; inimiga número um dos aurores; assassina de noobs desprevenidos;
ovelha negra da família; alvo número um dos sangues ruins


Sean Tenor Smith
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MensagemAssunto: Re: Átrio do Ministério   Qui Jan 02, 2014 9:39 pm
Vultos Do Passado.


Eu não havia ido no ministério mais cedo, eu acabei por trabalhar na noite anterior até muito tarde para poder deixar tudo organizado e adiantado para o que eu faria hoje. Após o horário do almoço eu acabei por me aparatar dentro do ministério, eu vestia meu habitual terno negro, acompanhado de um sobretudo também da mesma cor a camisa branca por debaixo da roupa dava um contraste na gravata estampada de cor roxa.

O local parecia estar em dia normal, ainda tinha-se um fluxo de pessoas alto, mas era ligado totalmente a pessoas do ministério, que estavam ainda começando a organizar o palco, chegada de pessoas, todos os tipos de coisa que se deve fazer nesse dia para que tudo saia bem. O novo ministro da magia é uma boa pessoa e seu método de trabalho é bom, porém a habilidade que ele tem em trabalhar às vezes não demonstra na habilidade que se deve ter com pessoas, seu jeito aos olhos de alguns se tem uma visão fútil sobre o mesmo, mas o evento ainda algo de extrema importância e provavelmente viria muitos interessados e isto que parecia ser bom, para mim foi um grande problema.

Após se resolver com meus assistentes os métodos para a organização dos alunos, de dividir qual será a função de cada, entre outras coisas necessárias, e assim acabei por reparar que os alunos já estavam chegando e passando para se fazer o registro, o registro era um processo simples com algumas perguntas básicas sobre a família, saúde, e sobre si mesmo. O registro também tem a etapa de registrar a varinha do usuário, que por ela se definirá o percurso do portador dentro do ministério, ainda teria que retirar uma foto 3x4, já que seria necessário para se colocar em um crachá que é ganho para não se perder do grupo. Este foi um modelo adotado após um tempo depois de algumas invasões por pessoas que estavam aptas a entrar no ministério, então todos os visitantes teriam que se submeter a isto. A não ser que o mesmo já tenha visitado o ministério há tempos atrás e a varinha já esteja registrada, assim só precisa escrever uma atualização de dados em uma ficha de papel e a entregar, a maioria dos adultos passou por este processo.

Com o passar do tempo, era visível que a quantidade de pessoas ultrapassou o esperado, mas ainda todos estavam bem organizados. Quando houve o termino, eu me dirigi a um senhor que esteve por fazer o registro de todos os alunos, ele estava em uma pequena cúpula também de cor negra na qual ficava por dentro da parede, lá tinha se uma janela de vidro que servia para o mesmo atender cada um de inicio e ao lado tinha se uma porta que os levaria para se ter o registro e enquanto cada um fazia o registro ele por fim acabava fechando está janela deixando que o som ou qualquer visão fosse impossível de existir, prezando os dados pessoais de cada participante. O mesmo já sabia o que eu desejava e ele por me entregou um aparelho que se tinha um formato de livro, porém segundo aos trouxas devemos chamar de “tabletes” ou “tablets” algo assim. – Obrigado.

Nesse tablets que funciona como uma lista dos dados registrados de cada um que estava ali, também o mesmo tinha uma função de Mapa de Marotos só que dentro do ministério e prezando simplesmente só a visualização daqueles que estão registrados nesse grupo contando também com a visualização daqueles que mudam a direção de seu suposto rumo, porém esse registro é um registro simples e só se tem liberado a visualização daqueles que portam a varinha, mas há métodos de “destravar” liberando para que seja visível a todos, independente do registro ou não, esse é só um método mais simples e organizado de se ter todos. Após já ter o aparelho em mãos eu me dirijo novamente aos participantes da excursão, pranto a varinha apontado na direção da minha garganta e solto um feitiço para que a mesma acabe se propagando mais alto do que qualquer outro som ao redor do grupo, não ultrapassando o átrio inteiro, mas para que dê um bom tom de voz para que todos possam entender as minhas palavras, o som em si era regulado para que aqueles que estivessem perto ouvissem da mesma maneira que os que estão atrás ouvissem e assim não se estoure o ouvindo de ninguém.

- Olá, boa tarde. Meu nome é Sean Tenor Smith, sou o chefe do Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas e também o organizador dessa excursão, é um prazer conhecê-los. – Continuei a falar com um sorriso no rosto. – Dentro de quarenta minutos ocorrerá o discurso do Primeiro Ministro Da Magia, Ólafur Sonëryon, enquanto isto não acontece, ainda temos que fazer mais uma organização para a excursão no ministério que ocorrerá após, e antes tenho que vos avisar que não haverá um grupo único e continuo, serão cinco grupos cada um tendo um caminho diferente para não haver tumulto. Porém houve um pequeno imprevisto... – Dou uma leve tosse e continuo a falar. – Como bem sabem a proposta em si era de haver cem participantes, sendo oitenta alunos tendo vinte destinadas a alunos de cada casa escolar da Escola De Magia E Bruxaria De Hogwarts, porém os números ultrapassaram muito do que se era esperado, mas isso é só referente aos alunos, a conta de adultos ainda continua estável com dezenove participantes. O valor estudantil se sobrepôs tanto sobre as expectativas que temos... – Estou à procura no tablet a quantidade correta de alunos. – Exatamente... – Acabo por achar, e me espanto. – Nossa... Bom, temos exatamente cento e sessenta e seis alunos, se dividirmos o número para quatro grupos tentando encontrar uma média, teremos quarenta e um e meio de alunos por grupo, portanto logicamente teremos dois grupos com quarenta e dois e mais dois grupos com quarenta e um. As casas privilegiadas será a casa de Ravenclaw e de Gryffindor, já que eles tem a maior quantidade de alunos, tento respectivamente sessenta em sete estudantes na casa da águia e cinquenta e cinco na casa do leão, logo em seguida temos a casa de Hufflepuff tendo uma média um pouco acima do esperado com vinte e nove alunos, por fim temos a casa com a menor quantidade de alunos tendo quinze entusiastas da casa de Slytherin.

- A divisão será com dois grupos completos de alunos da casa de Ravenclaw e Gryffindor, e os outros dois grupos será diferenciado, o grupo de Hufflepuff terá os vinte e nove de sua casa e será completo por alunos da casa de Gryffindor, contendo mais doze alunos, o último grupo será composto por todos da casa de Slytherin mais os alunos da casa de Ravenclaw que são vinte e cinco e assim sobrando um aluno de Gryffindor... – Dou uma olhada no tablet mais uma vez. – Pensando bem, este aluno da casa de Gryffindor que ficaria excluído no último grupo, sendo o único da sua casa ficará no grupo da casa de Hufflepuff, tendo assim três grupos com quarenta e dois alunos e um por si só com quarenta.

- Porém ainda há mais uma nova coisa a se dizer, como bem sabem a demanda se tornou muito maior do que a esperada, então eu gostaria de conseguir quatro voluntários, sendo um para cada casa, vocês que aceitarem esse papel estará responsável a auxiliar o supervisor do grupo de vocês com relação à algazarra, folia, confusões, conflitos internos, ajudar em tudo que foi pedido. Quem puder se voluntariar para ajudar eu agradeço. – Houve um pouco de silêncio após o meu pedido, porém logo em seguida uma aluna da casa de Slytherin na qual eu reconhecia por que eu a que a havia convidado, acabou sendo a primeira a levantar o braço, eu fiz um gesto com a mão e pedi para que ela chegasse mais perto, ficando a frente de todos e ainda com o uso da varinha eu volto a falar. – Obrigado, Allionore Syddle Bolter. Alguém mais gostaria de participar? – Logo em seguida foi um aluno da casa de Gryffindor, na qual quando eu li o seu nome no Tablet, eu acabei por sorrir para o mesmo e também o agradeci. – Obrigado, Sean Bouveard, bonito nome o seu. Alguém mais? – Quase que instantaneamente duas alunas levantaram a mão, uma da casa de Ravenclaw e a outra era de Hufflerpuff, e logo ambas se dirigiram a frente – Obrigado Lissand Syddle Bolter e Jullie Reckziegel. Obrigado a todos voluntários, e a todos os participantes que tiverem dúvida, por favor, se dirigir ao supervisor do seu grupo que provavelmente estará dividindo-os para ficar em sua devida posição. Obrigado por virem e desejo que aproveitem o dia.

Retirando a varinha que estava apontada no pescoço e novamente guardando-a, eu olhei para os voluntários e fiz um sinal para que me acompanhassem. Afastado por alguns metros de distância e indo na direção novamente da cúpula de registros que ficava a uns dez metros dali eu comecei a falar, minha voz era firme, porém às vezes era abafados por sons mais altos, sons de passos e até mesmo de vozes que quando se acumulam se tornam um som bem maior.

- Eu acabarei por entregar a vocês um aparato trouxa, na qual se chama de Tablet, neles vocês terão noção dos dados, e da posição de cada participante do grupo na qual vocês estão ajudando, vocês serão encarregados antes e após da palestra conferir se cada um está no grupo. Também terão que reportar para um dos meus subalternos que estarão como supervisores do grupo qualquer coisa que vá acontecer, vocês ficaram nos grupos que destinam a suas casas... Eu pensei por um tempo em deixar vocês em outros grupos, para o sentimento por quem fizer bagunça não seja algo que possa mudar os seus modos de agir quando o for reportar, só que a experiência de vocês seria algo ruim, não é bom estar sem amigos, correto? – Acabando de chegar perto da janela da sessão de registros eu vou a falar com o supervisor dali. – Mais quatro.

Depois de recebê-los eu acabei configurando-os para entregar a cada um, fazendo com que o registro que apareça só seja exclusivo dos que estão em seu grupo, ele está sincronizado com o de seu supervisor tirando o setor de “confidencial”. E todos o que se tinham noção de como utilizar o aparelho voltaram para os seus supervisores, porém nem todos tinham essa habilidade com o aparelho, uma dessas pessoas do mundo era a Lufana Jullie Reckziegel, eu acabei a ensinando como utilizar o aparelho, ensinando-a achar os registros, como validar que cada um está participando, havia um pequeno tutorial no próprio dispositivo, era um tutorial que variava para cada um, porém ele ajudaria a desenvolver e saber todas as funções básicas e suficientes para como organizar o processo. As funções em si eram: Validar Participante; Reportar Alunos; Conversar Com o Supervisor Via Chat No Dispositivo; Modo de Segurança Especifica Para Cada Departamento.

Faltando sete minutos e quarenta e oito segundos para o discurso do novo Primeiro Ministro da Magia, eu acabei por terminar de auxiliar a aluna da casa de Hufflerpuff. Demorou mais do que eu esperei. Após os ensinamentos eu me dirigi a cada grupo perguntando se tudo estava em perfeita ordem, primeiro me dirigi ao grupo dos adultos na qual o meu assistente disse que não teve nenhum problema, logo em seguida me dirigi ao grupo da casa de Gryffindor.

- Está tudo organizado por aqui, Sean? – O rapaz me deu uma breve resposta, acompanhado de um pequeno relatório falando sobre brincadeiras e o que mais for, porém estava tudo muito bem organizado. – Certo.

- Allionore, está tudo bem por aqui? – Após me dirigir ao grupo de Slytherin eu ouvi a voz da garota me responder. - Sim, senhor. Ou devo chamá-lo só de Sean? – Ela foi um tanto quanto de bem com a vida como foi no dia que eu a conheci, mas logo em seguida ela me deu um pequeno relatório exemplar, alguns alunos tinham feito confusões, mas que foram logo cessadas por ela. – Pode me chamar de Sean, senhorita, espero que aproveite.

- Lissand, tudo certo? – A garota da casa de Ravenclaw me deu um exímio relatório detalhado de comportamento, foi simples, mas muito eficaz, ela trabalharia muito bem na corte ministerial. – Obrigado, e se desejar entrar no ministério após cumprir seus anos em Hogwarts, me procure.

Eu iria me dirigir a garota da casa de Hufflepuff, mas a mesma ainda estava resolvendo algumas dúvidas no tutorial do Tablet e falando com o supervisor, eu acabei dando uma olhada no Tablet e fazendo uma simples verificação eu reparei que também naquele grupo estava tudo em ordem e logo eu ouço a voz de um dos assistentes do novo Primeiro Ministro da Magia e assim, se inicia o primeiro discurso formal do mesmo. Logo após o discurso houve uma quantidade de palmas vinda de vários grupos distintos do salão, alguns tentavam bajular o chefe, outro era de alunos que realmente admiraram o que ouviram, mas também havia aqueles que mal ligavam e só batia palmas por causa da maioria, esses eram aqueles grupos de alunos que variavam entre as quatro casas que só estavam ali por simples espontânea pressão dos pais que também estavam por ali perto, em algum setor do ministério ou até mesmo no grupo de adultos. Cada grupo se dirigiu para um andar especifico, os grupos se dirigiram cada um em um horário diferente, os grupos maiores foram os primeiros a sair e logo assim houve o resto, quando um grupo já havia visto a metade de um andar o outro iria descendo e conhecendo o resto do ministério, o de adultos foi o último a sair. Mas enquanto eles esperavam, também tiveram como aproveitar aquela “festa” que também era uma apresentação formal jornalística, onde alguns alunos, adultos e pessoas do ministério puderam dar algumas entrevistas para setores específicos do profeta diário e a maioria das perguntas variava sobre sua opinião, motivação, pensamentos de mais variados tipos, para cada aluno houve perguntas simples e complexas que definiam e demonstravam o seu conhecimento sobre tudo isso, a maioria era destinada a alunos de nível mais avançado, mas algum dos voluntários que conseguiram ter tempo para ficar no átrio, conseguiu dar algumas reportagens.

Tablet :
Posicionamento:
Grupo de Ravenclaw, quinto andar;
Grupo de Gryffindor, sexto andar;
Grupo de Hufflepuff, sexto andar;
Grupo de Slytherin, sétimo andar;
Grupo dos Adultos, sétimo andar.

Está foi o posicionamento inicial quando todos os grupos já haviam de ter saído do átrio, porém eu não consegui acompanhar nenhum em primeiro momento eu tive que dar uma simples entrevista para o profeta diário, uma entrevista que me deixou mais exausto e que não foram boas perguntas e nem simplesmente algo que eu me orgulho de ter dito, mas mesmo assim eu respondi todas as perguntas com um habitual sorriso à maioria em si perguntava sobre a excursão que eu havia de ter organizado e que nesse instante eu já me arrependia amargamente de ter me oferecido para tal, por causa do cansaço que ela me impôs.

Após pegar um dos elevadores eu me dirigi ao sexto andar onde já estava o grupo do adultos e eu fiz uma breve conferida na quantidade total de participantes, fisicamente só se dava para ver por dezoito participantes, mas no tablet ainda se conferia nos registros dezenove e estava dando em falta era de um rapaz que tinha seus vinte e três anos chamado de John Heim Lokstrowill, um inglês que havia de ter visitado o ministério no ano passado... Espera ai... O registro está mudando, R... Rafa... Rafael? Rafael Sy? Rafael Syddle Bolter! A foto mudou instantaneamente e o rosto agora mostrava um rapaz de cabelos castanhos e olhos azuis, uma barba mal-feita cobria a face e um sorriso sarcástico inundava a minha visão que era um pouco de desespero e de auto-controle sufocado, mas que acalmou-se logo.

A varinha que ainda endereçava a John H. Lokstrowill estava precisamente em cima do nome de outro adulto, um tal chamado Benjamin Metth Scarthy, com uma voz fria e passional eu cheguei perto do rapaz e acabei por ver um detalhe maior e diferente sobre um dos bolsos de sua vestimenta – Essa é a sua varinha? – Ele me respondeu em negação e assim eu estava com a varinha falsa, já utilizada no registro anteriormente, mas porque o Rafael Syddle Bolter, não utilizou todo o registro do John Lokstrowill? Ele poderia nunca ser descoberto antes de fazer o que tanto deseja, eu preciso avisar a alguém, eu preciso fazer com que todos voltem ao Átrio. Eu voltei ao meu subalterno que cuidava daquele grupo enquanto eu estava fora: Mande uma mensagem para todos voltarem ao átrio e fazer um procedimento simples de inspeção. Estamos em um 203.

- Eu preciso encontrar um superior. – Eu andava sussurrando enquanto voltava novamente para o oitavo andar, eu preciso encontrar o Chefe dos Aurores ou até mesmo alguém na qual eu possa confiar, alguém que consiga avisar o Primeiro Ministro Da Magia, mais rápido do que eu. E sei onde posso encontrar uma dessas pessoas que eu sei que posso confiar. Ravenna Syddle Bolter a ex-esposa daquele na qual está aqui, hoje. Ela após o divorcio de seu ex-marido que se juntou a liga das trevas pode conquistar com mérito novamente um posto no ministério e assim podendo honrar o nome Syddle Bolter que estava apagado em manchas de escuridão, hoje em dia a mesma é Chefe do Departamento Administração de Serviços da Suprema Corte e é uma patente muito mais alta do que eu tenho e é bastante provável que ela consiga arrumar o contato mais rápido. Mais uma vez eu olhei para as partes altas do salão e vi novamente o rosto estampado em panos grandes que demonstravam uma foto dos três foragidos, aquele rosto que reconheci da figura, o rosto de Rafael Syddle Bolter estava entre os três, precisamente no meio, o rosto de barba mal-feita agora se transformava em um rosto com uma barba bem feita, mas ainda o sorriso malicioso e os olhos cor azul que para alguns poderiam ser uma demonstração de pureza, demonstrava naquela imagem um sentimento de ódio e de prazer com aquela foto.

Abro uma porta que se dá para uma pequena sala perto do palanque onde o Ministro fez seu discurso, lá estava Ravenna Syddle Bolter, sentada enquanto lia um pergaminho. Por alguns instantes eu imaginei que seu rosto era de desprezo mas logo eu vi um sorriso adorável e ela iniciou uma conversa. - Em que posso ajudar, Sean?

Com um tom apressado na voz eu começo a falar. – Senhora Bolter, eu tenho provas que demonstram que o seu marid... Ex-marido está infiltrado no ministério, Rafael Syddle Bolter acabou por falhar e eu consegui de acordo com esse livro mágico de trouxas, chamado de Tablet, saber que o Rafael está aqui. Ele acabou por praticar algum erro na qual eu não sei como aconteceu, mas os dados do registro na qual ele fez para entrar na excursão que eu planejei, mostraram que todos os dados são dele, a senhora que o deve conhecer muito bem pode conferir tudo se desejar. – Eu acabo por entregar o Tablet para a mesma que começa a olhar de uma maneira calma, mas parece que do nada um sentimento nela desperta, não sei se é real, mas acredito que seja e ela começa a olhar eufórica, como se algo de ruim estivesse para acontecer, a mesma se levanta em minha direção e começa a falar comigo:

- Sean, você não deve contar isso a ninguém que não seja confiável, isso poderia acarretar sérios problemas, mas, por favor, se você ver o Chefe de Inteligência ou o Chefe dos Aurores peça para eles me procurarem, temos que dar um jeito nisso logo, você fez muito bem em me procurar, temos que resolver isto. E vá cuidar dos alunos e de todos que estavam na sua excursão. Faça isso, eu vou ir atrás de alguém para repassar a mensagem. Eu tenho que ir.

Ravenna Syddle Bolter acaba por sair da porta de uma maneira apressada a mesma também deveria estar eufórica e preocupada como eu fiquei. Eu me dirigi novamente ao átrio onde todo o grupo de alunos e o de adultos já estava sofrendo por mais um procedimento de contagem. A minha visão estava focada neles até que eu ouvi uma voz que eu estava à procura me chamar, era Gaspard, o chefe de inteligência, eu despejo sobre ele um monte de informações que provavelmente o atormentariam por um bom tempo. - Há chances de Rafael Syddle Bolter ter se infiltrado na minha excursão, a Ravenna está com um possível rastreador para encontrá-lo, por favor avise ao Chefe dos Aurores e quem mais for de sua confiança, avise também ao Ministro eu não consegui. Eu não tenho tempo para responder perguntas suas, eu tenho que ver se todos os alunos estão bem, seria uma grande catástrofe se algo acontecesse e depois por favor interrogue cada a adulto, eu sei que não é a minha área, mas somos amigos, agora vá. Temos que dar um jeito nisso.

O Chefe do Departamento de Inteligência estava em uma patente muito maior que a minha, porém como éramos amigos e como eu também o ajudava em seu setor, ele sabia que poderia confiar em mim e fez o que eu pedi, novamente voltei a minha atenção aos alunos, eu estava pronto para ouvir perguntas de alguém sobre o porque de tudo isso. – Allionore por favor me dê esse Tablet, eu precis...

O Som da minha voz foi interrompido por vários estrondos de coisas caindo e objetos se rachando o chão daquela área começou a tremer, o som de um duelo ecoava por todo o salão, não se sabe se vinha dos andares inferiores ou do que, mas se sabe que algo estava acontecendo e o mais provável é que é o Lorde Das Trevas que está a duelar...



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Sean  T  Smith
   
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Alexis M. Ehlers
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MensagemAssunto: Re: Átrio do Ministério   Sex Jan 03, 2014 12:19 pm

{Alexis Molinare Ehlers}


Carregando uma quantidade imensa de pergaminhos, e uma quantidade um tanto generosa de livros sobre leis e artigos da lei bruxa. Alexis caminhava firmemente e um tanto autoritária pela rua até a entrada telefônica do ministério da magia. Seria sua primeira entrada como chefe do departamento de execução das leis da magia. Estava um tanto ansiosa, mas isso de nada alterava a sua responsabilidade com o trabalho e com a ordem do mundo bruxo. Claro que ela não podia deixar me mencionar os trouxas como um veiculo importante para tal trabalho. Já que atualmente ambos os mundos estão vivendo em total mixagem, tanto nos assuntos políticos quanto nos assuntos financeiros e até mesmo no entretenimento. A bruxa vestida socialmente entrou pela cabine vermelha, e discou corretamente os números que liberavam a sua passagem, e em segundos estava dentro do Átrio do ministério, onde muitos bruxos caminhavam apressadamente e saiam de lareiras a todo instante.

Formalmente Alexis atravessava todo o ambiente, carregando seus pertences e deliberando bom dia á todos que passavam ao seu lado. Era um hábito muito comum da mulher de sempre investir na educação para com os bruxos. Atentamente ela percebeu que a frente havia uma estrutura montada, como um palanque e que alguém estava pronunciando algumas palavras. Caminhando até onde pudesse enxergar melhor no meio da multidão a bruxa pode constatar que o ministro estava dando as boas vindas e fazendo um discurso muito formal, sempre acompanhado de seus funcionários inseparáveis. Alexis parou segurando sua imensidão de papeis e ficou ouvindo atentamente todas as suas palavras.

Não demorou muito até que o primeiro ministro terminasse o discurso e se retirado, acompanhando dos inseparáveis “três mosqueteiros” que lhe acompanhavam para todo o lado. Logo a multidão se dispersou e cada um foi fazer aqui que estava para fazer ali no ministério. Alexis caminhou até a recepção, para solicitar informações onde se localizava seu gabinete. A recepcionista que trajava roupas muito formais e o cabelo preso com um coque no cabelo, atenciosamente levantou-se e dirigiu-se até um elevador de grades e pediu para que Alexis a acompanhasse: - Por favor senhorita Ehlers me acompanhe. - As duas mulheres então entraram no elevador e assim que se fechou, um tranco de extrema precisão fez Alexis dar um passo para trás, batendo as costas na parede em sua retaguarda.

Disfarçadamente ela fingiu não sentir dor alguma e voltou para a sua posição. Um ascensorista que conduzia o elevador, gritou que ali era o segundo patamar. E então as portas se abriram e a recepcionista desceu na frente sendo seguida por Alexis. As duas caminharam para o lado esquerdo e se depararam com uma grande porta negra, onde havia um brasão muito distinto. A recepcionista abriu a porta e deu passagem para que Alexis adentrasse ao local. Imediatamente a bruxa atravessou a sala e depositou os livros e pergaminhos sobre uma grande mesa com uma poltrona de couro. Havia já uma plaquinha de prata, onde havia as inicias do nome da bruxa. Ela por sua vez suspirou e deu uma olhada em volta, para o cenário clean e moderno que era o seu gabinete. Uma prateleira enorme fazia parte de sua decoração, e alguns livros em exposição a fazia se sentir em casa.

Com um sorriso de satisfação Alexis olhou o crachá da recepcionista e lhe agradeceu formalmente pela gentileza de levá-la até o local: - Senhorita, hum... Morgan. Agradeço imensamente pelo favor. Acho que agora posso me virar a partir daqui. – A moça então sorriu e fez um movimento de cabeça, e dando as costas retirou-se da sala e fechou a grossa porta ao sair. Mais um suspiro e a bruxa foi até as janelas e abriu as cortinas, estava satisfeita pelo novo emprego, agora só precisava esperar para contratar pessoas adequadas para lhe auxiliarem naquela tarefa difícil, de manter a ordem e a lei bruxa em extrema ordem. Sentando-se na poltrona a mulher abriu as gavetas de sua mesa, e estavam todas vazias, então ela retirou algumas penas da bolsa que trazia e as depositou ali, seguido do tinteiro. Na ultima gaveta ela adicionou alguns rolos de pergaminho e levantando-se e foi colocar os livros que trouxe na prateleira com os demais.  Havia um pote com alcaçuz e ela sentiu-se tentada a pegar um. Retirou um azul e o colocou na boca, dando uma mordida delicada no macio doce. Que em breve havia sido todo consumido. Voltou a sua mesa, e atentamente deu uma lida no jornal, que já continha nada a mais, nada a menos que o pronunciamento do Ministro de hoje de manhã.



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MensagemAssunto: Re: Átrio do Ministério   Sex Jan 03, 2014 12:51 pm

estranhamente, no centro do acontecimento


"
A minha pele era torturada violentamente. Havia tido alguma reação alérgica a algo que tinha comido, tinha a certeza, por tanto estava a o preço. Tinha marcas vermelhas nos braços, que me davam uma comichão dos Infernos! Só me apetecia ver a luz cheia e morder o meu braço - sim, eu sei, este pensamento não é saudável. – Mããe, cadê da poção? Prometeu-me que isto passava com a poção! – Aclamo pelo suave toque da minha mãe a tratar-me a ferida. Naquele dia eu iria ao Ministério - o local mais importante do mundo bruxo e, claro, o local de trabalho da minha mãe - e reunindo isso tudo apenas que tinha de tentar fazer uma coisa: boa figura. Nada de fogos de artificio, trapeiras, viagens no tempo, partidas, encantamentos. Nada. Estava proibido de realizar qualquer ato que não mostra-se que o Sean Gaspard Bouveard era um bom menino, filho de uma funcionária bem sucedida do Ministério.

Suspirei, por fim, sentindo a comichão a ser reduzida. Já estava trajado de uma forma informal, não gostava de formalidades mesmo em Hogwarts. Uma T-Shirt cinzenta, umas jeans e uma camisa aos quadrados vermelhos que acabou por se apertada. Janeiro era um mês frio, em Londres, como os outros que se iriam suceder. Agarrei no casaco e vesti-o. Eu estava vestido como um trouxa. Eu era um mestiço, o que me importava se os bruxos gostavam do que eu vestia? Mas apostava que os Syddle Bolter não iriam gostar nada de ver um rapaz de vestes trouxas a caminhar no Ministério. Era mesmo essa a minha intenção.

Apertei o casaco bem apertado, coloquei o gorro na cabeça, beijei as faces rosadas da minha mãe e saí de casa. O meu pai estava em St.Mungus - não sabia se ele era bruxo ou nascido trouxa, ele nunca me tinha dito tal coisa -, a recolher as dose certas de um mês de poção mágica contra a Lua Cheia. Tentei retirar esse pensamento da cabeça. A próxima lua estava próxima, a menos de duas semanas. O medo tornou-se maior à medida que os anos se passavam. Antes eu não me lembrava de nada, se tivesse morto alguém não seria um problema esquecer. Mas agora já me lembrava de tudo. Podia estar mais forte, mas ao mesmo tempo era um problema. Abafei os pensamentos, abanando a cabeça. Afundo as mãos nos bolsos. "Ainda tens uns dez dias, Sean", pensei ao concentrar-me no caminho para o Ministério.

Abri as portas do posto público de telefone. As pessoas não me viam ali dentro, ou seja, podia fazer o que eu quisesse... Ao mesmo tempo não podia. A minha mãe estaria certamente a vigiar-me. Revirei os olhos, marquei o código e realizei o processo de entrada. A plataforma desceu, deixando que os meus olhos vissem os retintos do Ministério - um espaço enorme, com uma fonte. Estavam a preparar o palco do novo Ministro da Magia, aquilo que a minha mãe me tinha feito vir ver: um discurso. Ao sair do "elevador", dirijo-me até ao grupo de Grifinos que já tinham chegado. – Olá pessoal... É para ficar-mos aqui? – Questionei, reconhecendo alguns rostos familiares e devolvendo-lhe o aperto de mão, abraços e cumprimentos. Passado algum tempo, dirigimo-nos para a nossa inscrição. Eu já havia lá estado várias vezes - com a minha mãe e por assuntos piores como era o caso da minha genética -, por tanto, bastou aguardar-me na fila e entregar a varinha para o registo mais rápido. – Obrigado. – Agradeci, recebendo a varinha e situando-me ao pé de um grupo vermelho. O assunto era o habitual assunto dos grifinos mais velhos: quadribol. Falavam sobre o jogo dos Morcegos de Ballycastle contra as Harpias. É claro que eu preferia os Morcegos, mas pelo que tinha visto ao café da manhã n'O Profeta Diário, as Harpias tinham feito um ótimo jogo.

Um homem alto, de faces bastante marcadas, ergue-se entre nós. O seu nome era Sean, e tinha sido ele a organizar a expedição. Só podia se chamar Sean, os Sean são sempre os melhores. Sean estava com um aparelho trouxa que me era reconhecido - um tablet. Este dizia os números de participantes. Gryffindor encontrava-se em segundo, a seguir Hufflepuff, depois Slytherin. Em primeiro encontrava-se Ravenclaw. Claro que a casa verde era a menor: a maioria dos participantes só conheciam uma maneira de adquirir poder e em breve, seriam eles a governar no Ministério. Não sabia porque é que me havia de importar. Mas importava-me, assim como as outras casas. De uma maneira geral, éramos todos muito melhores que eles.

Assim que soube que Ravenclaw tinha metade dos seus alunos naquele lugar, procurei Faith entre a multidão. Ela havia-me prometido explicações no quarto ano, e eu ia cobra-las! O Sean Ministral começou a dividir os grupos. Pelos vistos, as casas iam ficar juntas e umas misturadas pelo meio. Apenas segui aqueles que tinha mais informalidade e permaneci a ouvi-lo. O Ministral pede voluntários. A maioria permanece silenciosamente, enquanto os adultos avaliam as nossas reações. A primeira a levantar o braço foi Alli, uma das sonserinas a que eu tinha respeito. Já havia sido da turma dela, e esta ajudou-me nas aulas de feitiços do segundo ano. Ao contrario da irmã, Alascie, que eu tinha um tremendo ódio. Os grifinos mantinham-se calados. Olhavam uns para os outros, sem saber o que fazer. – Ah, quem é que vai-se voluntarear? Vamos deve ser legal, não? Ninguém? Ah, como queiram, eu voluntário-me! – Disse, mantendo a mão no ar. Eu não muito o tipo de pessoa que participava, mas já que a minha mãe estava a vigiar, mais valia mostrar-me maduro o suficiente para monitorizar os grifinos no Ministério - uma missão impossível, porque eu sei o que é ser grifino.

Dirigi-me até Sean, cumprimentando-o. Entendi a sua piada e sorri - não sou tão idiota ao ponto de não o compreender no que toca aos nomes. Juh e Liss foram as voluntárias das outras restantes casas. Sean ordenou que o acompanhássemos, e assim o fizemos. Regressando á cúpula de registos, recebemos também um tablet com um monte de informações. Arqueei a sobrancelha ao observar o objeto. Eu conhecia-o bastante bem, mas geralmente era algo com aplicações e não com um mapa. Havia um aglomerado de pessoas registadas perto de mim, talvez fosse o grupo da expedição. Após uma breve explicação no que a máquina consistia, retornei ao meu grupo. – Eh, Juh, isso é simples de se trabalhar. Hahaha, não precisa da varinha para se tocar. – Sugeri, afastando-me da lufana com um sorriso travesso. Ao regressar ao meu grupo, notei que dois alunos do primeiro ano estavam à bulha, uma garota do terceiro metia medo a um grupo de primeiranistas e um aluno do segundo ano estava a obrigar o outro a comer o seu próprio sapato. "Cadê da Demetria quando é preciso para meter medo?", pensei, tendo pena de quem iria se tornar monitor aquele ano.

Sean questionou-me como as coisas estavam a correr. Estava a tentar ajudar o grifino mais novo a cuspir o seu sapato. – Ah, tudo em ordem... Sim, em ordem. – Retiro o sapato da boca do rapaz, entregando-o e desboco um sorriso para o Ministral.

Inicia-se o discurso. Um longo discurso enquanto o Ministro tentava motivar as pessoas a procurarem um lugar melhor. Cruzei os braços, observando-o. Ao mostrar os procurados, senti um arrepio na espinha. Eu já tinha ouvido histórias do que tinha sido feito, nos Anos Negros. O que aconteceria se eles voltassem? Um barulho de palmas penetrou nos meus ouvidos, acordando-me. Bato palmas em conjunto com outros e, quando o Átrio está vazio, ajudo o meu grupo a ir até o andar que nos era proposto. O sexto andar era o Andar dos Transportes Mágicos. Observamos atentamente o depósito de rede de Pó Flu, enquanto via-mos como era instalado. Uma teoria interessante, mas se não fossem as várias tapas dadas por alguns grifinos na minha nuca, eu havia acabado de adormecer. Um homem alto entra no departamento a meio da explicação, dizendo que tinha-mos ordens restritas para ir para o Átrio e realizar a contagem. Pelo que eu o entendia, havia um 203, seja isso o que for.

Descemos até ao Átrio, encontrando-nos com os outros grupos. – Hey, mantenham-se juntos. Vamos, vou fazer a contagem. – Afirmei, virando-me para o grupo e olhando o tablet, chamando os seus nomes, um por um. Cada voluntário repetia a mesma ação. Em conjunto, verificávamos se ninguém faltava. Mas faltava saber o porquê? Um homem alto e loiro chega e arranca a atenção de Sean, enquanto este parecia atarefado. Só sabia que algo não batia certo. Sentia a adrenalina a ser descarregada sobre a minha corrente sanguínea enquanto o ardor e a comichão retornavam à minha pele. Quando notei, todos estavam calados. Havia um barulho que significava apenas uma coisa: um duelo.

"

Sean Gaspard Buveard






 
 
 


Os Marotos:
 

Gaspard U. K. Urtfill
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MensagemAssunto: Re: Átrio do Ministério   Sab Jan 04, 2014 9:59 am
MINISTIRY OF MAGIC
AFERTNOON
DEDUCTION

Ministry's Speech
Gaspard retirou-se depois do discurso para o seu laboratório, especialmente, no interior do seu escritório. O chefe da Equipe de Inteligência, havia pedido uma cópia de todas as fotos que tinham sido captadas durante o discurso e tinham acabado de chegar. Examinou as fotos cautelosamente, à medida que ia penetrando no assunto. O suposto 'Lord das Trevas' não iria entrar sem ser reconhecido, mas os outros procurados poderiam. A questão, porém, que se colocava era outra: Como é que eles sabiam das novas, se eles não tinham estado no discurso?
Gaspard afastou-se da secretária com a cadeira de madeira de cerejeira e apoiou as costas na mesma, inclinando-se para trás. 'Como é que eles conseguiram informações...'. questionava-se. O inspetor fechou os olhos e juntou as mãos, respirando fundo. A sua cabeça procurava respostas, e a sua mente dava-lhes. Abriu os olhos num sobressalto: um espião. Havia realmente um espião no seio do Ministério da Magia, restava descobrir quem.
A quantidade de informação disponível a Gaspard, não lhe deixava com uma grande margem para descobrir quem se atrevia a passar informações. Havia pessoas óbvias, como Ravenna, mas parecia-lhe demasiado fácil. Um 'Lord das Trevas' não iria buscar informações à sua ex-mulher, porém, não era uma escolha a retirar. Ela continuava a ser suspeita.

Gaspard tinha maneiras de descobrir quem era o espião, e Ravenna era a sua melhor pista. Agarrou na secretária e puxou-se para perto, selecionando cuidadosamente as fotos retiradas a Ravenna. O olhar mantinha-se direcionado para a esquerda, e se ela fosse canhota, observava o caminho da 'criação'. Assim, Gaspard deduziu que esta estaria a pensar em algo, a criar algo, na sua mente. Depois eram as fotos de rosto. O sorriso não parecia ser de alguém totalmente feliz, além disso, a sobrancelha suavemente levantada revelavam que Ravenna não estava no seu auge. Depois, observou as fotos que lhe foram tiradas no fundo. Ravenna estava preocupada com algo, e o olhar mudava consoante a fotografia. Ou seja, ela estava a procurar alguém na multidão, ou simplesmente preocupada com a segurança? Faltava-lhe mais uma coisa. Gaspard tinha que falar com ela, e vê-la a escrever. Só assim iria deduzir se ela era ou não uma suspeita.

Levantou-se da cadeira, guardando as provas na gaveta e fechou-a com um cadeado invisível. Foi confortado com dois Aurors, relativos à segurança, informando de um código duzentos e três. Gaspard sorriu, melancólico. Finalmente trabalho real, um corpo, um assassino, um culpado a sério. Gaspard vestiu a sua gabardina e afastou os Aurors da porta. - Obrigado pela informação, irei ver o Átrio. Saiam daí, o meu dragão não gosta de pessoas estranhas no meu gabinete. - Informou, apontando para a enorme cúpula de vidro. Os Aurors, ao inicio, só observavam a vegetação densa que fazia lembrar a China. Mas depois observaram melhor, e as duas esferas vermelhas surgiram entre a vegetação, fazendo com que estes adotassem uma postura ereta e saíssem do gabinete.

Gaspard surgiu no meio da confusão, deparando-se com Sean. Sean ajudava-o em alguns casos, sendo este importante devido ao seu Departamento. Se não fosse ele, Gaspard não receberia informações sobre o que havia acontecido; e é claro, os Relatórios de Sean não deixavam margem de dúvidas. - Sean, o que tens para mim. Ouvi dizer de um duzentos e três. - Questionou-lhe, apertando a mão e pouco ligando para o barulho que os alunos realizavam. O Ministral explicou a situação. Rafael, no Ministério. Gaspard não teve tempo de questionar a quem ele tinha contado, mas assim que soube que Ravenna estava a rastea-lo ergueu o sobreolho. 'Porque é que as pessoas não pensam?', pensou. - Sean, que idiota. Não se aflija, a maior parte das pessoas também o são. Mas o que importa agora é a segurança. Vou informar os restantes Aurors, fazer o interrogatório aos Adultos e tentar falar com Ravenna. Ah, vou tentar obter informações sobre a a identidade do indivíduo que o Lord se transformou. Pode ser coincidência, mas um Lord das Trevas não se transformaria num trouxa. - Afirmou, afastando-se lentamente. Recebeu as informações sobre o indivíduo em papel, à ordem de Sean, por um Auror. - Adultos, acompanhem este Auror até ao Laboratório e aguardem pela minha chegada, agradeço. Até mais, Sean. - Disse, com um sorriso no rosto, asfatando-se do Átrio.

Depois de meia hora, Gaspard não sabia o que se havia sucedido. Estava num outro mundo. Havia contatado o Ministro e marcado uma reunião com Ravenna sobre o assunto. Shaum também já sabia do sucedido, mas havia desaparecido. John H. Lokstrowill era um homem sem ligações ao Ministério, e o seu corpo poderia estar nos arredores. Rafael deixou realmente o corpo de John perto do Ministério, pois o primeiro passo do Comandante dos Aurors fora: o corpo está longe, para não levantar suspeitas. Era simples bluff, para afastar das pistas. Um Lord não faria um triplo bluff. Registou os sucedidos e trancou-se na sala de interrogatórios, com os outros adultos, enquanto os Aurors procuravam indícios do corpo e, ao mesmo tempo, decorria um duelo no Átrio sem qualquer conhecimento.
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Shaun Biguel
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MensagemAssunto: Re: Átrio do Ministério   Dom Jan 05, 2014 11:00 am

Dia de muito trabalho

Pronunciamento do Primeiro Ministro


Aquele dia seria corrido, e eu havia acordado cedo, me arrumei rapidamente, colocando um terno preto com o qual eu sempre estava e peguei minha bengala e já no ministério logo corri para poder dar os últimos preparativos para o pronunciamento do Primeiro Ministro da Magia, todos sabiam que aquele pronunciamento seria uma otima forma de bruxos das trevas adentrarem no Ministério e atacarem o ministro, mas também seria uma otima oportunidade para pega-los, por isso em conjunto com o Chefe da Inteligência, colocamos todos os Aurores a postos sobre meu comando, para ao caso de qualquer reação estranha da platéia que estava la para assistir ao discurso, compareceriam Adultos, Alunos da escola de Magia, entre muitas pessoas do Mundo bruxo e até alguns do mundo Trouxa, antes de começar o pronunciamento, passei as ultimas instruções aos aurores que estavam a espreita e em uma ultima conversa com o Chefe da inteligencia, fiquei sabendo das ultimas novas, três procurados identificados, um deles poderia ser o suposto Lord, Rafael Syddle Bolter, eu o conhecia, o virá entrar no mundo das trevas, mas não sabia sua verdadeira face, pois era sempre escondida, ou ele ficava por trás de bruxos das trevas sem importância, é pensando bem, ele seria um ótimo candidato a Lord, Rafael sempre fora, um ótimo com feitiços e maldições, suas histórias eram como Lendas para os mais novos, os mais antigos como eu, já sabiam da alta periculosidade dele, e com isso o trabalho só aumentava, facilmente Rafael colocaria seus Subordinados dentro do Ministério, sem nenhum esforço isso poderia acontecer.
Depois de ver se tudo estava certo para o começo do discurso do Ministro, fui andando até sua sala para lhe informar que estava tudo pronto para o começo de seu discurso, enquanto andava, nomes me passavam pela cabeça, Rafael era um Syddle Bolter, e membros da sua familia trabalhavam no ministério, muitos deles tinham alta patente, com certeza eles poderiam estar do lado de Rafael ainda, e poderiam estar ali apenas para auxiliar o mais novo Lord, Ravenna, Carolina, eram fortes nomes, mas isso por enquanto eu deveria deixar para o Chefe de Inteligência, eu deveria fazer a segurança pessoal do Ministro durante o seu Discurso, chegando a sala dele, bati minha bengala que eu sempre carregava comigo, por ser usada como minha varinha, três vezes na porta e então logo um assessor abriu a porta e por detrás dele dava para ver a figura do Primeiro Ministro, me adiantei ao assessor e com um aceno de cabeça olhando pra o primeiro ministro falei.

- Esta tudo pronto Senhor, todos a postos, os aurores estão acompanhando cada passo de adultos e crianças dentro do Ministério, tudo esta sendo monitorado Sr., podemos já descer  pois esta no horário de seu discurso.

Falando isso, o Ministro já se levantou, deu os últimos tapas na roupa, como se aquilo arrumasse toda a sua roupa e o deixa-se pronto para ficar horas e horas na frente das pessoas, e todos o observando e como estava bem vestido, saindo da frente da porta, fiquei ao lado da mesma esperando o Ministro passar, quando o mesmo passou por mim, me adiantei a segui-lo, minha bengala fazia toc's e toc's no chão barulhos ocos, enquanto atrás do ministro e de mim, vinham assessores e pessoas ligadas ao ministro e seu discurso, quando chegamos ao átrio, aonde o ministro faria seu pronunciamento todas as vozes se cessaram momentaneamente para observar o ministro dando seus passos em direção ao lugar que seria onde faria seu discurso, antes disso ele pediu que um de seus assessores o anuncia-se, olhei para baixo e em sinal de reprovação mexia a cabeça, nunca em anos de ministério via uma imagem como aquela, o ministro pediu que o assessor o anuncia-se e segura-se sua varinha em seus pescoço para que todos o escutassem, rapidamente me recompus e voltei a observar a platéia, reconhecia muitos olhares, e passei então a procurar por pessoas, primeiramente passei meu olhar pelos aurores, todos com olhares fixos, ao menor sinal de algo estranho eles estavam preparados, todos com varinhas a postos, então continuei procurando, até achar o Chefe de Inteligência Gaspard, ele estava sentado, observando a tudo da primeira fileira, quando os cartazes dos procurados caiu, no lugar de onde estavam antes, fotos do ministro, alguns repórteres, e somente os repórteres, haviam se espantado, essa era uma noticia de primeira mão, e nenhum deles queriam perder nada, eu observava o Publico, nenhuma reação captada, nada com que pudéssemos trabalhar, nada com que poderíamos usar para encontrar Rafael e seus supostos Subordinados, enquanto o discurso do Primeiro Ministro dava continuação, continuei apoiado em minha bengala logo atrás dele, e prestando atenção em tudo, de vez em quando olhava para os aurors, nenhuma movimentação estranha....

Quando o Ministro terminou seu Discurso, seguiu para fora do Palanque, e anunciou a todos que queria uma reunião em sua sala mais tarde, aquilo era arriscado, levar a todos até sua sala, ele não havia conversado comigo sobre aquilo, se tivesse, aquilo não iria acontecer, aquele estava sendo um momento difícil, não poderíamos todos ir a sala do ministro, revelar segredos de sua sala, e facilitar tudo aos bruxos das trevas, mas não era ali que eu devia falar algo, mantive a calma, ele devia ter conversado comigo, mas já que não o fez eu devia continuar a protege-lo, vi uma movimentação grande e gritaria, enquanto pessoas vinham cumprimentar o ministro por seu discurso, as que mais observei foram as Syddle Bolters, mas elas haviam sido secas, isso era normal já delas, logicamente não tinham realmente nenhuma felicidade no olhar, apenas a expressão de estar fazendo o que devia naquele momento, enquanto o Ministro ainda recebia as parabenizações, Gaspard chegou perto de mim e em sussurro me dizendo que pelo relatório dos Aurores nenhuma reação suspeita fora vista na Platéia, nada com que pudesse incriminar alguém, apenas assenti com a cabeça e disse para ele que mantivesse alguns aurores no Átrio, atentos a qualquer movimentação estranha, e foi assim que ele saiu de perto de mim, passando as ordens aos demais aurores, e indo em direção ao elevador, deixei o ministro, sobre os olhares de meus melhores homens e parti em direção aos corredores, depois em direção aos elevadores, aqueles excursões haviam saído do controle, muita gente, realmente muita gente, a segurança não conseguiria manter todos em ordem, então parti pelos andares dando uma olhada em como estariam as coisas, passando por entre os grupos e observando os olhares das pessoas, algumas crianças, outros adultos, alguns trouxas, eu reconhecia alguns e não fazia nem questão de cumprimenta-los, eu estava preocupado, algo me estava incomodando, os bruxos das trevas não deixariam de participar do Discurso, não podia ser que eles não estavam por ali, isso não se encaixava, algo estava estranho, foi quando um auror ofegante me achou, e dando alguns segundos para eles respirar ele começou a me contar o que estava acontecendo no ministério, no átrio e em alguns andares, contou-me que Rafael havia sido visto, ai então tudo se encaixou.

Tudo se encaixou, e então eu percebe todo o ocorrido, ele estava ali, O Bolter estava ali, o auror me contou que ele havia usado a forma de um outro bruxo, mandei que o Auror junta-se todas as forças, todos os aurores, TODOS deviam ir ao Átrio, e todas as passagens deveriam ser fechadas, ninguem saía, ninguem entrava no Ministério, mandei que ele fosse rápido nisso que fizesse tudo as pressas, e manda-se todos ao Átrio IMEDITAMENTE, quando virei as costas na direção contrária ao átrio, ele me questionou aonde eu estava indo.

-ISSO NÃO É DA SUA CONTA, CORRA E FAÇA O QUE LHE FOI MANDADO AGORA!

Apoiando-me em minha bengala fui rapidamente andando, eu devia não só privar pela vida do Ministro, mas haviam outras pessoas dentro do Ministério que eu devia deixar eu algum lugar, então assim sai por entre os grupos, pedindo que TODOS, TODOS fossem para o segundo nivel, rapidamente todos se encontrassem lá aonde era o Quartel dos Aurores, e assim continuei, até achar o ultimo grupo e ordenar que fossem ao segundo nivel, para depois eu ir até lá e encontrar todos bem, pois o Quartel tinha defesas, nenhum bruxo das trevas conseguiria adentrar ao QG, assim eles ficariam a salvos por lá, enquanto as movimentações continuavam no Átrio e em todos os outros andares, eu continuei a andar pelo ministério a procura de desgarrados, a procura do Sinal de Bolter, ou outro Bruxo das Trevas que eu pudesse reconhecer e manda-lo a interrogatório, pois era o melhor jeito de sabermos os planos das trevas, e saber se realmente Bolter era o novo Lord.



observações





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